ditados populares · e-book · Sushi

Só para lembrar…

O grande sucesso da primeira versão já agregou mais material (inside information minha).

E-Book 2

Desde a publicacao de nosso e-book, alguns dos autores identificaram alguns erros ortográficos e solicitaram alterações.

Vamos fazer o seguinte: TODOS os autores que quiserem alterar seus textos, por favor me enviem as novas versões até o dia 17/11. Meu e-mail: sachsida@hotmail.com

Se algum leitor estiver interessado em se juntar a esse e-book basta me enviar seu artigo até o dia 17/11, e ele será incluído na versão final do livro.

No dia 19/11 estarei postando nesse blog a versão final de nosso E-book: Em Terra de Cego quem tem um Olho é Rei: Usando Teoria Econômica para Explicar Ditados Populares.

2 comentários

 Não deixe o tempo passar. Mande logo sua contribuição. O prazo final é hoje.

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e-book · Sushi

Comentário que merece destaque

Sempre achei que houvesse um problema nas faculdades de economia: ou se ensina teorias pterodoxas (gostei do neologismo) ou se abusa da linguagem matemática sem se preocupar com o significado econômico das teorias. Enfim, parece faltar aquilo que Ronald Coase denunciava: uma pitada de realidade (aplicação empírica) nas teorias….Mas esses dois e-books começam a preencher o vácuo existente e revelar o potencial explicativo da teoria econômica convencional, usando casos do cotidiano. Como economia é a ciência do comportamento humano racional, projetos como esses estão fadados ao sucesso.Analyse this: Apenas como sugestão de reflexão usando os métodos de economia, é uma frase que vi pichada no viaduto da João Pessoa, perto da FCE-UFRGS: “Riqueza gera miséria”. Tem muita gente que acredita nisso, incluindo doutores em sociologia formados na França!
Esse pode iniciar uma nova série sobre crendices populares (ou uma atualização do Febeapá, com conteúdo teórico).Parabéns pela iniciativa!Ronald Hillbrecht

Que e-books são estes? Não me diga que ainda não sabe. Pois é. Ronald me deixa (e ao Adolfo) feliz(es). Foi um dos sujeitos que sempre falou contra o discurso pterodoxo. Dele guardei a famosa máxima (famosa?): “pode-se falar muita bobagem com verborragia ou com matemática”. O ponto é que discussão séria, boa, de qualidade reconhecida, é aquela que se dá sobre idéias. Agora, muita gente esconde sua falta de idéias sob o manto verborrágico ou com o mundo de Cantor, Hilbert, etc.

Mudando de assunto, curioso mesmo é que enviei, via intranet, um recado para os alunos hoje cedo deixando REGRAS e instruções importantes aqui. Os meninos se dizem dedicados, atentos e tudo o mais. Mas as estatísticas, infelizmente, não corroboram a hipótese de que falam a verdade. Vejamos os mais visitados, hoje, até este minuto:

Eis o e-book…dos provérbios    45
Programação de Novembro – “Cinemateca     19
Países periféricos exploram países ce    14
Receita para engordar    10
O que são movimentos sociais?    7
Sobre este blog    7
Aborto funciona?    5
Pensando um pouco sobre: “Déficit Nomin    4
Legendas para fotos que eu gostaria de f    4
O governo brasileiro é a favor dos spam    3

Opa, nada sobre “Música, economia e tudo o mais” que é o título do link indicado. Há quem diga que seja questão de inexperiência, mas existe aluno que faz esta matéria desde antes de minha chegada à mesma (estamos na segunda turma, é bom dizer). Eis uma boa estatística para se discutir.O mais irônico é que, como eu, os meninos são racionais: fogem da intranet já que a mesma tem apresentado problemas. Ao mesmo tempo, enquanto eu fujo para cá para facilitar-lhes a vida com recados, eles fogem para algum lugar remoto na internet que, realmente, não faço idéia de onde seja.

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Valeu, gente

Agradeço ao Selva pela divulgação do e-book novo e do antigo. O que dizer? O Sachsida é conhecido meu de pouco tempo mas já vi que pensa como eu em diversos aspectos, desde o uso da Economia até a visão social. Mas se estamos aqui, hoje, fazendo sucesso entre diversos colegas de trabalho e, quem diria, entre alunos de economia, isto só foi possível porque, um dia, nós passamos a admirar a Ciência Econômica.

Sem bons professores, isto não seria possível. Há muitos responsáveis por isto em cada caso, claro. Mas eu destacaria o nomes de Antônio Aguirre, Affonso Celso Pastore, Eduardo P. Ribeiro e William Summerhill. Não que os outros não tenham sido importantes. Foram-no. Ou porque me ensinaram o que não fazer, ou vice-versa. Mas estes aí, de alguma forma, enquanto professores, ensinaram-me algo útil para minha forma de estudo e pesquisa.

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O atraso do e-book

Muita gente não leu as instruções com o cuidado que elas mereciam: “envie seu nome e seu e-mail“. Por isto, diz Adolfo, há um atraso. Imagino que ele divulgue hoje o novo e-book (o que inspirou esta nossa aventura foi este).

Ah sim, o gentil Angelo da CIA (que não faz parte, certamente, da conspiração “que-vê-Opus-Dei-até-atrás-do-banquinho”), fez-nos um elogio bacana, ao entrar no debate sobre a tese de Levitt:  “melhor blogue brasileiro de clipping econômico e opinião política”. Valeu, Angelo!

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Harry Potter e certos e-books…

Ontem eu tive o prazer de rever um baita sujeito: Jorge Vianna Monteiro. Um dia destes eu conto como eu o conheci. Mas o que importa é que ele me deu uma dica de um artigo cuja referência eu não me lembro. Péssimo, né? Mas pelo menos eu achei algo similar. Aí vai um trecho:

The Economics and Public Choice of Harry Potter

Megan McArdle has this interesting point about opportunity costs in the Harry Potter series. The (un)fortunate habit with economists is that they are forever looking for economics in everything. I used to think it happens only to people like Pete and Fred who have been in economics forever, but then I was rudely awoken when I found myself unconsciously applying my economic knowledge to every little thing in my life, when I am shopping, during a recent midlife crisis and while reading Harry Potter. The first four Potter books were plain fun to me. I love fantasy and since JKR follows a Tolkien style narrative it was easy cozying up with a Potter book all night. All that changed with the Order of the Phoenix. Here the plot became very economic to me. It was all about bureaucratic interference and the public choice arguments surrounding it. Bottom line, when the government interferes in education it screws it up. It also clarifies that when there is a shortage of something a black market always springs up. Dumbledore’s Army or the DA was a black market of sorts. There was a demand for learning and using magic spells at Hogwarts, and since there was shortage of the same due to regulation, an entrepreneur (Hermione Granger) came along and took advantage of the situation to start a club to learn magic secretly. The power of vested interests also comes out. Fudge’s aim was to keep his post and so he mistakenly believed that Dumbledore was after the Ministry and refused to believe the truth about U-No-Hu.

O que mais eu gostei foi este trecho: “I was rudely awoken when I found myself unconsciously applying my economic knowledge to every little thing in my life, when I am shopping, during a recent midlife crisis and while reading Harry Potter.”

Ou seja, o e-book do sushi e a nova idéia do Adolfo, sobre ditos populares poderiam ser complementadas com esta outra, que busca enxergar a economia em obras literárias. Há uns 14 anos atrás, eu fiz isto em uma turma, usando um livro do Jorge Caldeira (Mauá, Empresário do Império), mas isto é outra história…

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Lembra da gorjeta?

Falamos dela aqui, aqui e aqui. E agora estamos bem acompanhados: Mankiw.

Aqui vai o trecho inicial. Você, depois, leia o resto, ok?

Economists do not have a good theory of tipping. Normally, we assume that consumers pay as little as they have to when buying the products they want. Yet, when buying meals, haircuts, and taxi services, most consumers voluntarily pay more than they are legally required. Why does this happen? Why is it more true for some services than for others? Why do tipping customs vary from country to country? I have no idea.

Fascinante, não? Talvez esta pergunta seja tão boa quanto a do sushi. Ou, de forma irônica, imagine a pergunta: “por que pago gorjeta para o cara do restaurante mesmo após ele me cobrar multa pelo que sobrou no rodízio do sushi”? ^_^

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Por que damos gorjeta? – Continuação

Na verdade nem é tanto uma continuação. É que os comentários lá estão muito bons e o post tornou-se o hit do dia. Quer chegar lá rápido? Clique aqui. A propósito, claro, alguém já escreveu sobre o tema. Eis o link e o resumo do artigo (o autor é o Ofer H. Azar):

The Social Norm of Tipping: Does it Improve Social Welfare?

Some economists believe that social norms are created to improve welfare where the market fails. I show that tipping is such a norm, using a model in which a waiter chooses service quality and then a customer chooses the tip. The customer’s utility depends on the social norm about tipping and feelings such as embarrassment and fairness. The equilibrium depends on the exact social norm: higher sensitivity of tips to service quality (according to the norm) yields higher service quality and social welfare. Surprisingly, high tips for low quality may also increase service quality and social welfare.

Ah, sim, dois lembretes: (a) Sushi e (b) Vergonha nacional.

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E por falar em sushi…

A Claudia Midori, do Comidinhas, ficou intrigada com a pergunta sobre o sushi e eu a respondi, lá mesmo nos comentários. Mas aí eu fiquei com vontade de ler mais o blog das duas jornalistas. Afinal, elas estão em Hong Kong agora e a comida chinesa, sempre desconfiei, deve ser mais diversificada do que parece.

Eis que achei isto:

Ontem fui na Kee Wah Bakery para comprar os deliciosos egg rolls, mas fui em vao. Nada de egg rolls. A cidade inteira esta tomada de mooncakes. Mooncake para todos os lados. Ontem provei um no City Super, tirei ate umas fotinhos, mas colocarei no blog quando voltar.

Os bolinhos cabem na palma da mao, sao fofos, de diversos recheios e para todos os bolsos. Os bolinhos sao caros, alguns absurdamente caros. Ja vi bolinhos com precos exorbitantes, digno de uma viagem a Lua, rs! Cada um pode sair por 20 dolares!

Engracado o preco do bolinho… os chineses comem ele para trazer fortuna, mas gastam rios de dinheiro comprando os mooncakes. Tudo bem, no Natal o peru tambem fica mais caro, mas os bolinhos sao absurdamente caros!

O mais bonitinho dos bolinhos eh que todos tem escrito em mandarim fortuna e vida longa. No hotel que estou hospedada tem mooncake por HK$ 148 (US$ 21)! Pelo preco, poderia ate ter folha de ouro, mas eh farinha, gema e acucar, mais nada.

Curiosidade, a reporter chinesa explicou para mim que na China – nao entendi o periodo, mas eh remoto – os bolinhos eram usados para envio de mensagens secretas entre membros de grupos rivais.

Aí está um bom exemplo para se entender oferta e demanda. Como pode um bolinho que só tem farinha, gema e açúcar ser tão caro? Simples: basta haver gente que esteja disposto a pagar o preço que pedem. É como um jogador de futebol: o Romário e eu também somos apenas água e carne (e provavelmente o fígado dele é melhor que o meu). Mas para tê-lo em um time, pagam muito mais do que eu apenas sonharia em pedir (e, bem, não sou o melhor jogador de futebol já visto…).

E note também a interessante história dos bolinhos no final do texto. Isto é que é economia de escopo: o mesmo bolinho gera dois bens (serviços) distintos. Você engana a fome e ainda manda um recado sacana para um inimigo.

Eis aí uma idéia para quem tem restaurante e grana para fazer bolinhos personalizados (garanto que dá dinheiro). Crie o seguinte serviço: biscoito da sorte com recado. O cara chega, vê uma menina interessante, e manda um biscoito da sorte para ela. Claro que você cobra por este serviço porque tem escrever o bilhetinho e colocá-lo dentro do biscoito.

Você ainda poderia sofisticar mais – e cobrar mais, claro – elaborando biscoitos da sorte personalizados e vendendo-os para os clientes mais chatos (aqueles que gostam de arriscar alto). Eu, por exemplo, tenho certeza que receberia um biscoito em formato de coração, com uma mensagem pedindo por uma tórrida noite de amor, enviado pela Angelina Jolie. ^_^

Estas idéias de recadinhos sempre funcionam em bares badalados mas lembre-se que, naqueles filmes antigões, sempre tem um Bogart no balcão recebendo olhares e/ou oferecendo bebidas coloridas para a Gilda da vez.

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A garotada manda ver na rede (de computadores)

Sobre o Pedro 756, já falei. Mas vamos a uma rodada de rápida incursão na blogosfera antes de um breve condicionamento físico.

Do Rabiscos, Philipe faz mais um de seus posts agradáveis. Uma coisa que eu gosto nos textos do Philipe é que ele faz algo parecido com o que eu tento fazer quando escrevo. Falo da linguagem direta com o leitor. Você quase consegue vê-lo falando. Larissa Fonseca, minha grande amiga e ex-orientanda, dizia que eu fazia isto nos rascunhos de monografia dela. Cada mensagem minha parecia um diálogo com todos os “PQP” que eu tenho direito. Philipe, isto, creio, é uma virtude nossa. Larissa hoje mora por aí. Você já deve tê-la visto por aí na FCE.

Diego, do Pensando, fala sobre a ineficiência do governo a partir do corte de cabelo numa abordagem bem Freakonomics. Diego é mais recente na rede, mas minha intuição (que, para estas coisas, falha muito pouco) é que ele logo, logo será um economista de primeira linha. A propósito, Diego gostou tanto de ter participado do nosso esforço sushiniano que já nos dedurou para a rede mundial de computadores:

Pra quem gostou do trabalho sobre sushis…

Eis o trabalho pra relembrarem ou para lerem quem ainda nao teve oportunidade

Teremos mais…É só esperar, o jeito Freakonomics de ser parece que agradou algumas pessoas aqui no Brasil. Comentários postivos de alguns professores, estudantes, e pessoas que nada a ver tem com a Economia nos fizeram tentar ir mais longe, surgiram mais alguns temas propostos pelo Alex Castro em seu blog
Então, provavelmente em pouco tempo teremos mais um e-book sobre esses assuntos. São questões microeconomicas pra analisarmos, um grande desafio, que pode ter um fim inesperado, engraçado, ou até óbvio demais. Então foi dada a largada para essa grande empreitada.
Os Freakonomists envolvidos são:
Tomas Kang(ex-UFRGS), Daniela Guimarães, Cristiane Carneiro, Pedro Silva Castro, Pedro Costa, Philipe Maciel, Philipe Berman(colega de bolsa), Diego Baldusco(ùm qualquer ai, achado na rua), Martin Dietrich Brauch, André Carraro, Leonardo Monasterio, Guilherme Stein (colega de bolsa também), Igor Rabelo, Alex Castro, Ari Araujo e Cláudio Shikida (idealizador).

Aguardem, e verão algo surpreendente e bem legal.

Viu aí, leitor(a)? Eu, que sou iconoclasta, agora sou idealizador. Ai, ai, ai…isto não vai acabar bem. Mas deixa eu complementar o que diz o Diego. Este segundo trabalho está em ritmo mais lento. A patota do IBMEC tem semana de provas a partir de segunda-feira e os outros ainda estão tentando ver sobre o que vão escrever.

Da outra vez foi mais fácil, porque a pergunta da Cristiane era uma só e todos se concentraram no mesmo objetivo (ou quase, lembre-se das colaborações do Leo e do André).

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Esqueceram de citar o sushi!

“Discover Your Inner Economist” joins a recent school of books demystifying and popularising economics that began with Steven Landsburg’s “Armchair Economist” in 1993, and conquered the bestseller lists in 2005 with “Freakonomics” by Steven Levitt and Stephen Dubner. It stands apart from its predecessors by making its revelations not so much about the way the world works as about the way we ourselves work (and play) and how we can take practical steps to do both better.

Ao citar vários livros, esqueceram de nos citar. Mas aposto que você, leitor, lembrou do sushi quando leu este trecho!

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Mais uma propaganda generosa a nosso favor

Orlando Tambosi, professor da UFSC, generosamente, fala de nosso e-book (por enquanto livre…aproveite) sobre a economia do sushi (sim, um exemplo de “Freakonomics” aplicado, feita quase toda por alunso de graduação que gostam de Economia), após alguns dias de eu lhe ter enviado o link para o arquivo.

Eis seu anúncio:

Claudio Shikida e seus alunos e amigos da blogosfera acabam de lançar um e-book sobre “Tudo o que você sempre quis saber sobre a multa nos sushis que sobraram no rodízio…

A dicussão surgiu da pergunta de uma aluna. O livro é o resultado. Boa leitura.

Mas já vou dizendo que nunca sobra nada no meu prato, seja sushi ou outras variedades culinárias. Bota glutão nisso! (ou seria pão-duro, no caso da iguaria japonesa?).

Caro Orlando, muito obrigado. Recebemos boas reações de todo o Brasil e também de alguns amigos do IBMEC-MG que gostaram de nossas elocubrações. Boa parte das reações que recebemos está aqui.

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A economia do sushi, o freakonomics e tudo o mais

Como já sabem o leitor e a leitora deste blog (esteja ele no novo ou no velho endereço), o nosso e-book sobre sushi continua fazendo sucesso.

Mas também já temos um novo projeto, com um elenco de autores maior do que o do primeiro e-book. Todos, predominantemente alunos de graduação em Economia ou em outros cursos (mas que possuem a mesma habilidade inata de um economista). Só para você ter uma idéia, dois dos novos co-autores já me enviaram respostas para algumas perguntas do (caladíssimo) Alex Castro. Some a isto mais um dos autores do primeiro e-book e temos já três alunos pensando em Ciência Econômica tal como ela é – a despeito da teimosia de alguns.

Eu ainda não juntei as colaborações em um único arquivo para me organizar, mas isto será feito em breve. No novo projeto, Alex – o reclamão – tem um papel importante juntamente com o Leo (o palpiteiro preguiçoso), eu (eu mesmo), Ari e André (que ainda não disseram se topam me ajudar na editoração, junto com o Leo).

A propósito, apenas o Ari ainda não se cadastrou neste novo blog, mas é questão de tempo. O cara tá se preparando para uma nova – e melhor, esperamos todos – vida.

Claudio

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Não existem elogios gratuitos (UPDATED I)

Após receberem o link para o nosso “best-seller (without selling it)” sobre a economia do sushi (ei-lo), recebi a opinião de gente muito boa:

“Eu vi, mas não li ainda” [Paulo Pacheco, IBMEC-MG]

Lamentável, heim, chefe? Mas vejamos o resto do pessoal:

“Parabéns pelo estudo de caso. Como tudo o que faz, ficou muito divertido. Mas, se alguém for multado, pode chamar um advogado…” [Sulamita, profa. de Direito]

A profa Sulamita, como sempre, muito gentil. Ah, ela também é professora do Philipe Maciel e do Pedro Castro, dois dos co-autores na coletânea.

“Parabens!

Vocês mantém a economia viva e divertida.

(…) P.S. se é Brazilian style, por que se fala de sushi? E Feijoada? (calma é só para gozar mesmo; este país é melting pot e eu e a Helena (5 anos) adoramos sushi). Para os que não sabem como o Brasil é importante para economia (no bom e mal exemplos de Cruzados, etc…), é só lembrar do restaurante a quilo, onde – milagre! –, o custo marginal da comida é completamente divisível (no McDonnals, a menor unidade é sanduíche e eu como no máximo 3 dos pequenos; no restaurante a quilo, dá pra saber quanto custa um grão de arroz, ou uma garfada).

(…) há um restaurante a quilo no Rio que tem dois preços: comida em geral (inclui sushi) e principalmente sushi (o segundo é mais caro). Depois te mando o texto que explica as regras de diferenciação afixadas ao lado da balança”. [Eduardo Pontual Ribeiro, Ph.D, professor da UFRJ]

O Eduardo Pontual só não foi meu orientador porque mudei de tema. Acho que ele também fugiu de mim (quem leu a “auto-apresentação” do Leo Monasterio na coletânea entenderá o que digo). Pontual é um baita economista. Um destes que bem poderia nos dar boas idéias….ei..espere! Ele acabou de fazer isto!

“A idéia é ótima. Pense com carinho em editar isso em livro.” [Marcelo Soares, homem forte da Transparência Brasil :-)]

Marcelo, eu adoraria editar isto. Não sei quanto aos outros co-autores, mas eu acharia ótimo.

“Caríssimo Claudio,

obrigado pela informação. Lerei com prazer. Como sabes, não sou economista, mas estou aqui para aprender sempre. E confesso que tenho gostado dos blogs dos economistas…” [Prof. Orlando Tambosi, filósofo, professor da UFSC]

O prof. Tambosi eu só o conheço por e-mail (tal como o Philipe Berman, Guilherme Stein e o Diego Baldusco, co-autores na coletânea). Mas o elogio dele merece ser citado. Até para que alunos de economia como os co-autores vejam que bons textos com boa teoria sempre serão valorizados. Não existem elogios gratuitos.

O Alex Castro, escritor e doutorando em História também nos elogiou e reclamou não ter sido convidado. Como punição, enviou centenas de perguntas que, se bobear, ainda…bom, você já leu sobre isto aí embaixo, certo?

De Brasília, Adolfo Sachsida:

Parabens pelo livro, por favor transmita aos outros autores minha satisfacao com o mesmo.

Tive a oportunidade de ler 3 capitulos e gostei muito do que li. Analises oportunas, objetivas e fazendo uso do instrumental adequado. Contudo, acho esse livro mais parecido com o famoso “Economics is everywhere” do Daniel Hammermesh do que com o livro do levitt.

Uma curiosidade que eu acho que valeria a pena ser explorada: por que restaurantes que NAO cobram multa nao expulsam do mercado os restaurantes que cobram multa? TALVEZ a explicacao para isso resida na diferenca de qualidade (ou preco) entre os restaurantes. Por exemplo, talvez os restaurantes que nao cobram multa por desperdicio cobrem um preco mais alto que ja coloca a multa de maneira implicita no preco.

Grande abraco e parabens por essa EXCELENTE iniciativa. [Adolfo Sachsida, Ph.D. UCB]

Adolfo Sachsida eu não preciso apresentar. Qualquer aluno que já está no meio do curso já ouviu falar e/ou leu algo dele. É professor na UCB, e tem um blog que, aliás, está nos links laterais (procure por “Blog do Adolfo”).

Por enquanto, minha felicidade em ter sido o promotor desta idéia – originalmente uma pergunta da Cristiane – só aumenta. Também, com tantos elogios de gente deste naipe…

Claudio

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