Capital Humano · desenvolvimento · educação · política industrial

Sabe aquela história de fazer política industrial?

Pois é. Há um debate interessante aqui e aqui sobre o tema. Eu continuo a pensar que o mais importante é investir em educação. Ainda mais com evidências como esta. Já pensou? Ganhos de 75% em menos de 20 anos? E sem gerar o mesmo ônus para o contribuinte que grupos de interesse tanto gostam (desde o MST até a FIESP, passando por outros sindicatos deste país selvagem…)?

Queria, agora, ter nascido na Hungria há uns 30 anos…

política industrial

Nem todo mundo adora tarifas…

A decisão do governo brasileiro de elevar as tarifas de importação para tecidos e vestuário – ainda em discussão no Mercosul – rachou o setor têxtil. Pequenas e médias confecções estão tão preocupadas com o aumento do custo da matéria-prima, que preferem abrir mão da maior tarifa para seu produto. As grifes de moda também são contra a medida, porque não encontram os tecidos que necessitam no Brasil. Já as tecelagens prometem insistir na alta da tarifa e argumentam que também sofrem com a concorrência asiática.

“Se sobe a tarifa para confecção, a matéria-prima vai pedir o mesmo. Nós queremos é tecido barato”, diz Roberto Chadad, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Vestuário (Abravest), que reúne 17 mil pequenas e médias de confecções, parte delas localizadas nos bairros do Bom Retiro e Brás, em São Paulo. “Nenhum país promove aumento de matéria-prima. Isso é inédito no mundo”, completa.

Para o diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Fernando Pimentel, as tecelagens também estão sendo prejudicadas, porque a significativa apreciação do câmbio erodiu as tarifas de importação. “Defenderemos a nossa proposta em praça pública. Está em risco o sétimo maior parque produtivo do mundo”, diz. O empresário diz que a Abit tem uma visão integral da cadeia produtiva, mas que o eixo central é a confecção. “Temos conselheiros de todos os elos da cadeia”, reforça.

Quem diria…

Claudio

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