banalidade do mal · bolivarianismo · nazismo · socialismo real · totalitarismo

Nova aquisição

Existe uma história interessante sobre um filósofo marxista, o tal Lukács, que teria se humilhado perante o altar dos bolivarianos da época da Guerra Fria. Coisas de socialismo real, como sabemos. Nunca tive o prazer de ler algum livro (aceito indicações) sobre os julgamentos forjados dos soviéticos e de seus capachos espalhados pela Europa Central nos anos de chumbo no qual muita gente foi torturada por defender o, digamos, “individualismo”.

De qualquer forma, um tema que me fascina desde sempre é esta relação do ser humano com as atrocidades. Como pode um sujeito com anos de estudo se transformar numa máquina de moer carne humana? Como é possível um pai de família se comprometer com o extermínio de milhares na Ucrânia – como fez Stalin – e depois de um banho de sangue sair por aí com sua motocicleta – como Guevara – sem a menor dor na consciência?

O mal, o ser humano e toda esta hipocrisia. O uso político da ciência ou o uso da ciência para o democídio. Sim, são várias faces da mesma moeda.

Por isto não resisti, hoje, na livraria. Na falta de mais livros sobre os assassinos comunistas, tenho que me contentar com seus primos nacional-socialistas. Verei se é ou não um bom livro. No mínimo será interessante ver o que Hess, Göring e o estúpido Schirach disseram ao psiquiatra Goldensohn. Será que o Filisteu tem dica de leitura neste caso? ^_^

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O que eu penso da humanidade (não interessa muito, mas vá lá…)

Muita gente se impressiona com a percepção de que assassinos costumam ter uma vida normal em diversos aspectos. Esta semana, a sensação são os nazistas (veja mais aqui).

Mas eu não me espanto. Aqui, na América Latina, admira-se assassinos socialistas – como Che Guevara ou Lamarca – e até se ostentam símbolos usados, com orgulho, por muita gente antes de enfiar a bala na cabeça de alguém.

Por isto eu não me horrorizo com as fotos dos nazistas: é óbvio que assassinos também curtem o lazer. Eu me horrorizo com a falta de noção de muita gente. Estes sim, os verdadeiros e perigosos (potenciais) assassinos do futuro.