hayek · liberalismo · não-liberalismo · sociologia

Como está a tolerância com a liberdade de expressão em nossas universidades?

O sociólogo aí acima é alguém que não vejo muito citado por aqui, por nossos sociólogos de gabinete…ou por nossos jornalistas que, aliás, hoje divulgaram uma suposta tendência à polarização da sociedade brasileira que seria preocupante. Uma tendência ao radicalismo que parece ser o resultado de uma miríade de fatores e, aposto eu, um deles, a falta de hábito de lidar com a diversidade (um hábito muito incentivado por quase 15 anos no país, por gente que pouco tinha (tem) de valores democráticos “em seu DNA”).

Parece-me que, quando você se esforça muito para calar vozes discordantes, uma virada de mesa no jogo do poder faz com que aqueles que sofreram passem a desejar aplicar a mesma repressão aos seus antigos algozes. O rancor gerado não deve ser desprezado…

Mas o início do vídeo me faz pensar no que vejo por aqui. Não é comum ver pessoas com camisas, digamos, do Bolsonaro nas universidades (e quando aparecem, surgem estranhas acusações de fascismo, etc). Será que a liberdade de expressão está sendo respeitada, praticada e incentivada no Brasil? Existe uma pesquisa séria (ou seja, com método científico, dados, aplicação honesta de métodos quantitativos) sobre o tema por aqui?

A propósito, a pesquisa é do Ipsos (mas não encontrei nada no site).

 

Anúncios
brasil · falhas de governo · não-liberalismo · rent-seeking

Atenção pessoal de Belo Horizonte, em São Paulo já é assim!

Reproduzo integralmente 

Não esqueça de levar a câmara na próxima viagem!

Começo a ler as notícias e me deparo com isso:

As placas dos veículos utilizados por vereadores em São Paulo serão trocadas para que eles não sejam atingidos pela restrição do rodízio de veículos. Segundo a Folha de S.Paulo, os parlamentares aproveitarão um privilégio concedido por norma do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) a presidentes de Câmaras Municipais: o uso de placas diferenciadas (pretas e sem a númeração e letras tradicionais).

O vereador Adilson Amadeu (PTB) defende a medida argumentando que um parlamentar de uma cidade como São Paulo não pode “ficar podado de andar em um dia de rodízio”. Para ele, “isso (o uso de placa especial em carros parlamentares), perto dos 5,7 milhões de veículos (que circulam), é um pingo no oceano”.

 

É muita ignorância pensar que o trabalho de um vereador é mais importante para a sociedade do que o de um empresário ou o de um trabalhador da indústria, por exemplo. Seria muito bom se alguém tivesse a coragem de propor a extinção das Câmara de Vereadores de todas as cidades brasileiras. Pra que servem elas? Conheço três atribuições principais: nomear praças, criar feriados e viagar pra congressos. Tudo com o dinheiro do povo.