microeconomia

Teoria não serve para nad…ops

COWEN: And you’ve published in your academic career some articles that — at least to some people — would count as, I wouldn’t say obscure, but highly theoretical. You have a 1982 econometric piece, “The Nonparametric Approach to Demand Analysis.” Did doing that kind of work also help you at Google?

VARIAN: Believe or not, that very paper was the inspiration for the model I constructed of Google’s ad auction. Because in the equilibrium conditions, basically, I reveal preference conditions that I would rather be in the position I am in and paying the price I’m paying than to be in some other positions. So there’s a little inequality there. You manipulate those inequalities, very much like the paper you describe, and here you get this nice formula for what the price should look like.

Direto daqui.

Economia do Crime

Economia do Crime: o PCC racional

O PCC precisava de ampliar suas fileiras. Como qualquer empresa, o que fez:

Em vez de exigir três padrinhos (…), um já seria o suficiente. A ‘cebola’, nome dado à mensalidade que o PCC exige dos integrantes de fora das prisões, também foi reduzida. O valor, que em São Paulo varia de setecentos a mil reais, caiu para quatrocentos, para ficar compatível com a realidade econômica do crime nos demais estados. No auge da guerra para controlar estados conflagrados, como o Ceará, o pagamento da ‘cebola’ foi temporariamente suspenso. Metas foram estabelecidas parra os estados, que teriam de conquistar novos integrantes. [Manso, B.P., Dias, C.N. “A guerra – a ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil, Todavia, 2018, p.19]

E há quem ainda ache que o homo economicus não explica a realidade das trocas econômicas, voluntárias ou não…