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Urnas eletrônicas, eleitores identificados, o que acontece?

O mesmo que em democracias maduras. Digo, “maduras”. Claro, isso tudo começou antes, em artigo que nunca encantou a mídia brasileira (já foi publicado, mas uma versão aberta está aqui), co-autorado por um ex-economista que trabalhou para Chavez e, depois, renegou o ditador e se estabeleceu na academia norte-americana.

A perda de privacidade pelo Facebook é consentida (quando não é roubada), mas a perda de privacidade pela ação estatal (que também é roubada mas, bem, “a Constituição foi rasgada e você nem se importou”) tem consequências bem palpáveis…

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