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Gestão e Coração

“Em resumo: vale o profissionalismo na gestão. Mesmo assumindo a tese de que esporte morre sem paixão, deve-se admitir que a paixão fica para a torcida, não para a gestão. Uma gestão que deve ser remunerada, em tempo integral, focada na maximização das receitas e redução dos custos, e na obtenção de títulos. A estrutura gerencial tem de ser semelhante à de uma empresa normal, sem nenhum traço de amadorismo”. [Aidar, A.C.K. & Leoncini, M.P. “A necessidade de profissionalização na gestão dos esportes”, in: Aidar, et al. A Nova Gestão do Futebol, FGV Editora, 2002, 2a ed, p.112]

O livro já está um pouco velho, mas o problema da gestão do futebol, central na economia dos esportes (e, por consequência, na economia do futebol), obviamente, segue incomodando.