Tavares Bastos e a abertura unilateral do comércio

(…) a livre navegação do Amazonas deve ser estipulada em convenções com outros governos não ribeirinhos, ou é melhor permiti-la por ato próprio do governo imperial? Quando não sentíssemos já os efeitos de tratados dessa natureza, como são as convenções consulares, bastava o fato de não se haver carecido de tal recurso a respeito dos outros rios mencionados para se abandonar essa idéia, que determinaria delongas inúteis, além de outros inconvenientes mais sérios. [BASTOS, A. C. T. O vale do Amazonas: a livre navegação do Amazonas, estatística, produção, comércio, questões fiscais do vale do Amazonas. Brasília: Editora Nacional, 1975, p.46]

Eis aí a defesa da abertura comercial unilateral, por Tavares Bastos, que também achava que capital humano é importante para o bem-estar.

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