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Alguns momentos emocionantes de 2016: E.C. Pelotas

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Um momento emocionante foi ir, sem saber, um dia antes do aniversário do Estádio da Boca do Lobo, à sala de troféus. Coincidência cósmica? Vai saber…

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Falando no time, quase chegamos. Quase. Foi triste não termos conseguido o acesso, mas pior ainda foi ficar com o time fechado no segundo semestre. Bem, nem tudo ficou parado. Tivemos…

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…o futebol feminino que, no final, sagrou-se campeão gaúcho sub-17!

 

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O termo “Contabilidade Criativa” não foi invenção brasileira – HPE para “dummies” como eu

Estive pesquisando uns artigos na manhã e tarde de hoje e me deparei com este interessante trabalho de 2008: BERNOTH, K.; WOLFF, G. B. Fool the markets? creative accounting, fiscal transparency and sovereign risk premia. Scottish Journal of Political Economy, v. 55, n. 4, p. 465–487, 2008.

Ok, você não perde por esperar. Parece até que os autores vieram ao Brasil e entrevistaram alguns ministros da época, não? Ou vieram ao Brasil e passearam pela Argentina. O interessante é que não. Quer ver a definição de contabilidade criativa? Bem, ela está no apêndice:

Recent work by Koen and van der Noord (2005) and von Hagen and Wolff (2006) suggests that governments systematically use creative accounting to beautify their fiscal position. Creative accounting consists of two parts:

CAt =c + et                                                                       (A1)


where
c is a constant and measures the average use of creative accounting of a country, and et is a zero mean normally distributed error term. We assume that is common knowledge to financial markets. [p.482]

Viu só? Tem até equação! Claro, tem mais depois, mas não vou estragar a surpresa.

Ah sim, o acesso não é aberto, mas se você tiver acesso ao Periódicos CAPES, ele está lá. Pois é. Quem diria que alguém já teria até criado o termo na mesma época em que o governo brasileiro usava e abusava da contabilidade criativa…falta saber se alguém por aqui testou hipótese similar à dos autores com dados tupiniquins.