Multiplicadores da política fiscal: bem menores na realidade do que no livro-texto do primeiro período

Pois é. Nunca é demais lembrar, não? Para o Brasil, o que temos?

Estimamos multiplicadores fiscais em torno da unidade ou um pouco abaixo disto para a economia brasileira de 2004 a 2011. Nossos cálculos indicam que o impacto de um impulso fiscal atinge seu pico em cerca de um ano e meio – período para o qual estimamos multiplicadores entre 0,7 a 1,0. Em três anos, o resultado acumulado do multiplicador cai para 0,5 a 0,8.

O trecho acima foi retirado do texto de Oreng [Oreng (2012)] disponível aqui. Parte da moral da história é que a política fiscal (esta que aumenta gastos encantando os que apenas começaram a caminhada nas leituras de macroeconomia) é bem menos potente do que parece.

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2 respostas em “Multiplicadores da política fiscal: bem menores na realidade do que no livro-texto do primeiro período

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