Mercantilismo japonês no século XVIII: tão diferente de nosso Brasil de hoje?

Vez por outra eu me pergunto sobre certos impostos. Você importa um produto que não tem qualquer similar nacional – o que tira de qualquer análise o argumento de que “deve-se proteger o similar nacional” – e ele é taxado. Bem, considere este trecho:

Kokueki was a word of Japanese origin, having no counterpart in Chinese. During the 1750s when this new word was coming into popular use in Tosa, it was used most commonly by townsmen and people from the ports: a fact that, in itself, suggests that they were its natural reservoir. More than any other class in Tosa, they were reminded in their daily experience of the intangible fact of ‘country’. When they exported or imported, they paid taxes for no other reason than crossing an invisible border. They were forbidden to deal in certain goods accross borders. It was, for example, illegal to export rice or horses and illegal to import rice, sake, or many luxury items. [Roberts, L.S. Mercantilism in Japanese Domain – The Merchant Origins of Economic Nationalism in 18th-Century Tosa, Cambridge University Press, 1988, p.137]

Não parece o Brasil de hoje? Por que será que sinto que o brasileiro pertence ao governo e não o contrário?

Anúncios

Uma resposta em “Mercantilismo japonês no século XVIII: tão diferente de nosso Brasil de hoje?

  1. Pingback: Mercantilismo japonês no século XVIII: tão diferente de nosso Brasil de hoje? — De Gustibus Non Est Disputandum | O LADO ESCURO DA LUA

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s