Mais pluralismo e diversidade é melhor: ainda o Escola Sem Partido

Eu tenho a solução: mais liberdade e competição!

O prof. Bernardo acabou de publicar um dos melhores textos de seu blog dos últimos tempos, sobre o Escola Sem Partido. Concordo com ele. Fui simpático ao projeto no início, mas mudei de idéia. O remédio não é controlar o professor, mas sim propor mais exposição a várias teorias.

É o mesmo remédio de Adam Smith para evitar o fanatismo religioso. Sim, aprendi isto no livro que acabei de ler hoje, do prof. Eli Berman, sobre economia do terrorismo (…porque os professores de História do Pensamento Econômico que tive, ironicamente, preocuparam-se mais com doutrinações marxistas? Meta-ironicamente: não!).

Existe, contudo, algo inegável em todos os artigos que leio sobre o projeto que é o fato de que todo mundo gostaria que houvesse mais pluralidade de visões nas escolas do ensino médio. Por que isto não ocorre? O Fernando Gouveia, que é a favor do projeto, neste caso, tem um ponto relevante: o debate sobre a lei já é um possível motivador para a maior participação dos consumidores (pais de alunos e os próprios) na busca por mais pluralidade.

Pode-se não concordar com o restante de seu texto, mas esta é uma reflexão, ao meu ver, bem-vinda e adequada. É importante que os indivíduos demandem a pluralidade em sala de aula. Não há qualquer motivo razoável para que apenas um grupo tenha o monopólio doutrinário sobre a educação (o único caso em que isso seria justificável é aquele em que todos da sociedade são exatamente idênticos…).

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