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Noturno(s) de BH

Minas Gerais de assombros e anedotas…
Os mineiros pintam diariamente o céu de azul
Com os pinceis das macaúbas folhudas.
Olha a cascata lá!
Subita bombarda.
Talvez fôlha de arbusto,
Ninho de tenenem que cai pesado,
Talvez o trem, talvez ninguem… [Noturno de Belo Horizonte, Mário de Andrade, trecho]

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Não podemos deixar de seguir com a tradição.