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Pareto já tinha intuição econométrica…

Nós não conhecemos, não podemos jamais conhecer um fenômeno concreto em todos os seus pormenores; há sempre um resíduo. [Pareto, V. Manual de Economia Política, Abril Cultural, 1988, 3a ed., p.15]

Outro ótimo trecho (p.19):

Erra-se, pois, redondamente quando se acusa quem estuda as ações econômicas – ou o homo oeconomicus – de negligenciar  ou mesmo de desdenhar as ações morais, religiosas, etc. – isto é, o homo ethicus, o homo religiosus etc. – ; seria a mesma coisa que dizer que a geometria negligencia, desdenha as propriedades químicas dos corpos, suas propriedades físicas, etc. Comete-se o mesmo erro quando se acusa a Economia Política de não levar em conta a moral, como se acusássemos uma teoria sobre o jogo de xadrez de não levar em conta a arte culinária.

Quanta bobagem já foi dita por não se entender estes alertas simples…

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