Fusões e Aquisições: Cervejaria Ritter em Pelotas e a Brahma

Quem se lembra do CADE? Sim, o nosso órgão de defesa da concorrência. Aliás, ótima cartilha esta do link.

Sempre haverá alguma polêmica sobre se uma fusão é prejudicial à concorrência ou não, não é? Assim, eu me pergunto o que aconteceria se tivéssemos uma autoridade como o CADE, na década dos 40, analisando o caso da compra da Cervejaria Ritter de Pelotas pela Brahma.

Na virada do século XIX era uma das maiores cervejarias do Brasil, produzindo, 4.5 milhões de garrafas por ano. Nessa época já havia obtido prêmios internacionais, devido à qualidade garantida pela importação de equipamentos e técnicos alemães. Em 1911, era responsável pela metade da arrecadação da Mesa de Rendas de Pelotas.
(…)

A cervejaria fundiu-se, em 1889, com a Cervejaria Sul-Riograndense, fundada pelo imigrante alemão Leopoldo Haertel.
Suas atividades foram encerradas na década de 1940 quando foi comprada pela Cervejaria Brahma, não tendo sido utilizada mais para a produção de cerveja ou outros produtos, apenas como depósito e distribuidora. [Fonte: Wikipedia]

Será que esta compra seguida de fechamento da planta aumentou a eficiência ou apenas foi um ato anticoncorrencial?

p.s. Não se esqueça que as leis antitruste surgiram nos EUA muito antes da criação do CADE no Brasil. Sim, estamos falando do século XIX…

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3 respostas em “Fusões e Aquisições: Cervejaria Ritter em Pelotas e a Brahma

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