A lei dos rendimentos decrescentes…de Arthur Koestler

O segundo copo de cachaça já me dá menos prazer do que o primeiro. Humm…

O famoso escritor Arthur Koestler, certa vez, tentou enxergar a literatura sob a lente da lei dos rendimentos decrescentes (você pode ler, online, o texto dele aqui, de 1970, na revista Encounter). Uma crítica à leitura de Koestler encontra-se aqui (basicamente, ele não seria falseável).

Mesmo assim, acho que vale a curiosidade de citar sua descrição (parece que ele entendia razoavelmente bem a noção de rendimentos decrescentes, não?):

If even a squid can be that blasé, how can the writer hope to fight the law of diminishing returns? The recurrent cycles of stagnation, crisis,revolution and new departure seem to be mainly caused by the progressive habituation of both artist and audience to any well-established technique, style or subject-matter,and its resulting loss of emotional appeal, of evocative power. [p.43]

Legal, heim? Curiosamente, não achei no texto alguma citação sobre a lei, embora haja lá umas referências esparsas. O nome do texto? Não se surpreenda: Literature and the Law of Diminishing Returns, Encounter, May/1970, p.38-45.

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Uma resposta em “A lei dos rendimentos decrescentes…de Arthur Koestler

  1. Tem um texto (na Economist??) em que o cara pegou uma seleção de melhores músicas do século para avaliar se a área seria como um recurso renovável ou não. Se as músicas boas estiverem acabando será baixo o número de músicas boas em períodos recentes.

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