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A obra máxima de Milton Friedman e seu significado para a prática economética, segundo Michael Bordo

Using history as identification is a very good way of testing the theory. That was the lesson I took from a Monetary History:Ultimately, when you want to provide evidence for the importance of something in monetary history, you have to look at economic history. That’s the testing ground. That’s the laboratory that economics has. It’s very hard to setup a lab experiment. Back then we didn’t think about experimental economics. Economic history was the experiment!

Palavras de Michael Bordo na última correspondência que recebi como associado da Cliometric Society. Sensacional, não? Mostra muito bem que História Econômica não é lugar de fingir que que não existe teste empírico. Mostra também que História Econômica não é refúgio de quem fez o curso de Ciências Econômicas na esperança de ficar apenas decorando versões de autores sobre fatos históricos.

Não.

História Econômica é algo muito mais bonito e importante do que pensam alguns. Trata-se de nosso laboratório. Como disse o Bordo, até o advento da Economia Experimental, era nosso único laboratório.

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Momento R do Dia – Vitor Wilher

Vitor Wilher acaba com a farra dos alunos preguiçosos que choram com o professor porque, supostamente, são incapazes de obterem as planilhas do site do Banco Central. Acabou o choro, acabou a farra. Põe o rabinho entre as pernas e sai de fininho porque o R facilitou tanto sua vida que vergonha é ter tido a oportunidade de usá-lo e não tê-la aproveitado.

Ah sim, o tema do texto dele é o importantíssimo dominância fiscal.