O grau de abertura econômica: medida empírica

20150730_161537No Brasil da economia fechada (na fase pré-anos 90 e pré-Lula), as crianças tinham brinquedos e eram felizes.

Mas quando chegava algum japonês, com sua família, para trabalhar no Brasil, a gente ficava feliz porque ia brincar na casa dele e descobria, na própria pele (ainda que fôssemos crianças) os efeitos que uma economia fechada tem sobre sua vida: simplesmente os brinquedos deles eram muito mais legais.

Este aí é uma relíquia da infância. Eu e meu irmão já fizemos muitas batalhas com ele. Sequer sei o nome (supondo que seja baseado em algum anime) do robô. O charme é que suas peças são encaixadas por imãs e, assim, a gente podia desmontar e fazer aquela bagunça.

Pois é. Economia fechada é assim. Hoje, algumas pessoas entram em lojas de brinquedos e acham estranho que vários produtos sejam produzidos na China. Em nossa época, você tinha alguns brinquedos, mas quase nenhum importado.

Minha impressão é que havia menos diversidade naquela época para nós, crianças. Sem falar na inflação e em outros sub-produtos da política econômica heterodoxa da época, muito exaltada por alguns nos últimos anos. Os mesmos “alguns” que andam bem calados ultimamente…

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