Externalidades, o sal, Irene e “myself”

Eu diria ao meu amigo Leo que o final do seu texto é mais importante para mim mas, como ele disse, parece que o povo resolveu discutir isto hoje (seria uma jogada da imprensa chapa-branca para não divulgar a poderosa oposição brasileira que faz muitos vídeos, mas argumenta pouco? Vai saber…).

Mesmo assim, eu diria, prefiro que não existam restrições ao sal. Hayek pode ter se enganado na sua previsão qualitativa (feita só de argumentos, sem modelos, tal e qual Fukuyama no caso do “fim da história”), mas não sei se, caso vivo estivesse, diria algo diferente.

Ainda que esteja morto, esta coisa do sal me parece meio sem sentido. Discussão sobre o que eu devo ou não devo comer, só com meu médico.

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