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Arranha-céus e Economia

Jason Barr tem uma página muito interessante (e vem livro novo por aí…). Seu estudo foi citado no Estadão de hoje (reproduzido da The Economist). Eis o resumo:

Skyscraper Height and the Business Cycle: Separating Myth from Reality

Jason Barr, Bruce Mizrach, Kusum Mundra
Abstract This paper is the first to rigorously test how skyscraper height and output co-move. Because builders can use their buildings for non-rational or non-pecuniary gains, it is widely believed that height competition occurs near the business cycle peaks. This would suggest that extreme building height is a leading indicator of GDP, since the tallest buildings are likely to completed at nor near the peak of a cycle. To test these claims, first we look at both the announcement and completion dates for record breaking buildings and find there is very little correlation with the business cycle. Second, cointegration and Granger causality tests show that height and output are cointegrated, but that height does not Granger cause output. These results are robust for the United States, Canada, China and Hong Kong.

Então, tá, leitor. Você queria muito que a construção de arranha-céus fosse um indicador econômico interessante. Posso imaginar alguns amigos (e alguns alunos) meus entusiasmados, citando o indicador em sala, elocubrando sobre sua utilidade e tudo o mais. Bem que eu gostaria.

Mas os autores fizeram um texto muito interessante. Primeiro, eles construíram suas hipóteses com um modelo simples (mesmo). Em seguida, bem, você leu o resumo aí em cima, não? Nada de novo para quem estuda Econometria de Séries de Tempo.

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