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Alguns artigos meus (antigos) que estão por aí

1. Instituto Millenium

2. Ordem Livre

Há também um bocado de coisas em jornais. Recentemente encontrei os primeiros que escrevi para a imprensa (lá no longínquo 1997…daqui a pouco fazem 20 anos!). Qualquer hora eu faço uma seleção, crio uma coletânea temática e faço um livro.

Pensando bem…(claro, ninguém vai ler, mas não importa, o que importa é rever minhas opiniões, estilo, etc.)

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O antigo Centro de Estudos de Finanças Públicas

cefip

Os anos 90 foram muito interessantes. Os ex-alunos mais antigos vão se lembrar do CEFIP (Centro de Estudos de Finanças Públicas) tocado a todo vapor por mim, Daniel, Carlos, Fabrício e Lízia, inicialmente. Depois, alguns nos deixaram e outros vieram.

Chegamos a ter seis sete textos para discussão (e alguns boletins). Os textos estão guardados comigo até hoje. Servirão de prova em julgamentos da História (e que histórias tínhamos…). O primeiro texto é de autoria de Lízia de Figueiredo (Tributação em Adam Smith) e ganhou a capa verde. O segundo texto é de Claudio Burian Wanderley (A Economia de Custos de Transação). O terceiro, de Carlos A. de Resende Jr e Larissa N. Fonseca foi sobre a estabilização da economia (O Plano Real). A seguir, Fabrício A. de Oliveira fazia a crítica ao governo federal (A Proposta de Reforma Tributária do Governo: alcance e limites). O quinto texto pertence a três autores: eu, Rodrigo Godinho e Roseli da Silva (A Influência da Taxa de Juros sobre a Demanda Agregada). O penúltimo texto é de Luiz F. O. de Araujo (Centralização e Descentralização das Negociações Coletivas – Um Estudo de Custos e Benefícios). Finalmente, o Emanuel A. R. Ornelas falava de modelos de equilíbrio geral computáveis (Análise da Sensibilidade do Rendimento dos Fatores em um Modelo 2×2 de Equilíbrio Geral).

Fui nomeado, na época, para cuidar das burocráticas normas que a faculdade exigia para os textos. As variações nas capas, cores, sim, tudo isso rendia horas e horas de reuniões com um simpático pró-reitor. Mas, por mais simpático que ele fosse, era sempre chocante enfrentar tanta burocracia para fazer os textos. Foram anos interessantes.

O CEFIP não sobreviveu, mas guardo, até hoje, sua produção (completa) como lembrança (ou como prova, he, he, he…). Quem sabe, algum dia destes, eu não resolva entregar minhas memórias a algum editor? Muita gente vai tremer. Nem o Petrolão rendeu tanta polêmica… ^_^