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Sentindo-se assim, um pouco bravo…fui assistir “Seppuku” (também lido como “Harakiri”)

seppuku

 

É, eu recomendo sim. Tem algo na narrativa do filme que me agradou. Não sei bem o que é, mas eu gostei. O povo da Criterion assim descreve o filme:

Following the collapse of his clan, an unemployed samurai (Tatsuya Nakadai) arrives at the manor of Lord Iyi, begging to be allowed to commit ritual suicide on the property. Iyi’s clansmen, believing the desperate ronin is merely angling for a new position, try to force his hand and get him to eviscerate himself—but they have underestimated his beliefs and his personal brand of honor. Winner of the Cannes Film Festival’s Special Jury Prize, Harakiri,directed by Masaki Kobayashi is a fierce evocation of individual agency in the face of a corrupt and hypocritical system.

De fato, tem algo de crítica a um sistema hipócrita mesmo. Mas a forma como o personagem de Nakadai narra sua trágica (bem trágica, para ser sincero) história é particularmente interessante. Comprei o filme, embora já o tenha visto por aí na “nuvem”. Valia a pena porque vinha com o remake de 2011. Este, ainda não assisti. Mas vejam estas frases “citáveis” do filme, direto do IMDB.

After all, this thing we call samurai honor is ultimately nothing but a facade.

Parece simplista, né? Mas se você assistir o filme e prestar atenção à história verá que a frase carrega uma dor incrível.

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Arrumando o escritório

É preciso determinação. Com um pouco de música, ajuda.

arrumandoescritorioPois é. Lá fui eu dar um jeito na bagunça. Aproveitando a aleatoriedade das músicas. A única coisa que salva nestas coisas da Apple, para mim, é este programa. Mesmo assim, é um porcaria quando você tenta fazer qualquer coisa com seus álbuns. Ou eu é que não me acostumei com o programa. Não importa. O negócio é rearrumar os livros.