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Fukushima!

Não entendeu? Leia sobre o vídeo aqui.

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Momento R do Dia – Correlações

Muitas vezes desejamos mostrar uma informação de forma visualmente atrativa, sem perder tanta informação quantitativa. Para isto, usamos tabelas, gráficos e alguns artifícios.

Assim, digamos que você esteja estudando alguns dados cross-country e já tenha limpado sua matriz de dados para os terríveis “NA”. Então você escolhe algumas variáveis para visualizar a correlação entre eles. Eis a primeira opção.

Fullscreen capture 6152014 114224 AM

Como se vê, a correlação entre o capital humano em 2010 (humank_2010) e a liberdade econômica em 2013 (freedom2013) está em torno de 70% (0.7 ou, como apresentado acima, “7”).

Outra forma de se visualizar isto é apresentar a matriz de correlações e uma visualização mais intuitiva – e menos preocupada com a exatidão numérica – seria, por exemplo, esta:

Fullscreen capture 6152014 113923 AMRepare que, neste caso, utilizamos elipses no lugar dos números. Quando aprendemos o conceito de correlação lá nos cursos básicos de Estatística, é exatamente assim que ganhamos intuição sobre a correlação, não?

Pois é. Use os comandos abaixo e adapte o código para sua base de dados.

library(ellipse)
Data=data.frame(idv,World_Giving_index_score,culture,freedom2013,humank_2010,lpib2000)
Data1<-na.omit(Data)
correlation=cor(Data1)
correlation
plotcorr(correlation,col='yellow',type="upper")
plotcorr(correlation,col='yellow',numbers=TRUE,type="upper")

Até a próxima!

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IBC-BR na Copa

manteganacopa

 

O IBC-BR do Banco Central foi divulgado nesta semana. Muita gente já comentou e eu apenas complemento com este gráfico no qual incluí, para fins de visualização, dois elementos: (a) a base do índice (100); (b) uma tendência linear simples.

A partir de 2011 o indicador de atividade do Banco Central parece iniciar um lento processo de desaceleração. Em outras palavras, mesmo sem crise econômica, sem desastres naturais, sem guerras ou outros eventos deste tipo, nossa economia perdeu fôlego. Em 2012, aparentemente, há uma sobrevida, que parece ter se perdido em 2013 e 2014.

Não é realmente um futuro muito promissor, né? Claro, o interessante deste indicador, para nós, que gostamos de um pouco mais de critério científico (leia-se: estatística) nestas análises, é poder estudar melhor o que determina este movimento do IBC-BR ao longo do tempo. Mas isto fica como um exercício para o pessoal do PPGOM-UFPel no minicurso que logo terá início.