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Tese de doutorado: afiando as garras de adamantium…

No dia 10 de Abril, agora sim, confirmado, terei a honra de estar na banca de doutorado de um aluno do PPGE. Só lamento não ter tempo para conversar mais com os amigos e com os outros membros da banca (meus amigos Ronald e Cristiano) porque será uma viagem de ida e volta em um único dia.

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Seminários do PPGOM

Pessoal, aqui estão os seminários do 1o semestre de 2014 lá no PPGOM-UFPel.

Seminários

PRIMEIRO SEMESTRE DE 2014

Data Título Autores
26-27/03 Mini-Curso em Microeconomia Aplicada ao Brasil – Parte II.

Dia 26: 09:30 às 11:30,  das 14:00 às 17 e das 19:00 às 21 horas. Dia 27: 09:30 às 11:30

André Portela (EESP-FGV)
02/04 Evidências empíricas das políticas de saneamento básico sobre indicadores de saúde para municípios brasileiros Cristine Xavier Pinto (EESP-FGV)
16/04 Aglomerados e Ciclos Econômicos no Modelo de Solow Espacial João Plínio Juchem Neto (UNIPAMPA)
30/04 A definir Paulo Furquim (EESP-FGV)
21/05 Política monetária ótima em um regime de metas de inflação: teoria e evidência empírica Marcelo Portugal (PPGE/UFRGS)
30/05 A definir Rodrigo Soares (EESP-FGV)
04/06 O impacto da lei de falências no mercado de crédito brasileiro Regis Augusto Ely (UFPel), André Carraro (UFPel), Klenio Barbosa (EESP-FGV), Felipe Garcia Ribeiro (UFPel)
19/06 Conditional Cash Transfers and Rural Development Policies in Brazil:

Exploring Potential Synergies between Bolsa Família and PRONAF

Felipe Garcia (UFPel)

Steven M. Helfand (University of California, Riverside)

Andre Portela (EESP-FGV)

 

24 a 27 de junho Mini-Curso em R aplicado a séries de tempo Cláudio Shikida (IBMEC/MG)

 

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Mas…o que é mesmo “Estatística”?

Em nove páginas, uma resposta. Eis o resumo do artigo:

One might think that there is a simple answer to the question posed in the title of the form “Statistics is….” Sadly, there is not, although many contemporary statistical authors have attempted to answer the question. This article captures the essence of some of these efforts, setting them in their historical contexts. In the process, we focus on the cross-disciplinary nature of much modern statistical research. This discussion serves as a backdrop to the the aims of the Annual Review of Statistics and its Application, which begins publication with the present volume.

Antes de perguntar ao seu professor o que é Estatística, dá uma lida neste pequeno apanhado de definições. Ah, aparentemente, o journal é aberto, o que é uma ótima notícia, não é?

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Tempestade de Teoria do Consumidor: sanduíches e bebidas alcóolicas…e tudo precisando de elasticidades!

Sim, mais barato! Corra lá e peça já o seu! Caso o custo da passagem seja um “sunk costs”, ok. Mas, caso contrário…

O pessoal da faculdade já pode comemorar! Desconto no Subway! Espere, calma….não é na loja ao lado da faculdade. É lá no Japão e, embora alguns alunos megalomaníacos acreditem que Harvard tem uma sala Ibmec, não estamos tão bem assim (aliás, graças ao trio Tombini-Augustin-Mantega, acabamos de ser rebaixados e um líder do partido do governo, que não previu problemas com corrupção em seu partido, acusou as agências de risco de não terem previsto a crise de 2008 e…bom…não preciso continuar, não é?).

Mas veja a promoção.

With just days left until Japan’s consumption tax jumps from five to eight percent, we’ve resigned ourselves to having to suddenly pay a little bit more for, well, just about everything. So it’s nice to know that this week brings one last hurrah for budget-based pricing, as for two days Subway is cutting us all a break by knocking the price of two of their most popular sandwiches down to almost half of what they ordinarily go for.
The internationally-loved sandwich chain has decreed that this year March 27 and 28 shall be known as Subway Days. Actually, Subway runs a similar promotion every year in Japan, but seeing how 2014 marks its 22nd year in Japan, it’s discounting two of its menu items by 220 yen to just 290 yen each.

 

A estratégia de criar um dia do Subway é tal e qual a do vendedor de auto-proclamados hambúrgueres (quer comer um de verdade? Vá ao Carl’s Jr…). Só não tem a campanha filantrópica. Ah, e a promoção é restrita a apenas cinco sanduíches por pessoa por visita. É, você entendeu corretamente: só dá para comer cinco sanduíches. Quem estiver de dieta, claro, não terá muitos problemas com isto.

Um ponto: repare que os consumidores japoneses já sabem, há meses, do aumento do imposto (para ser mais correto: muitos meses…). Um sanduíche destes pode ser conservado por pouco tempo na geladeira e, portanto, não creio que a proximidade do dia do imposto seja algo assim tão importante para os consumidores de sanduíches.

Aliás, já que falamos de aumento de impostos…

A revised excise tax for alcoholic drinks in Lithuania is set to begin on April 1, 2014, increasing taxes on wine by 14 percent, beer by 10 percent and spirits by 1 percent. This is good news for the spirits industry, as taxes on spirits will be raised the least, therefore making spirits more affordable to consumers. However, the flow of illicitly traded alcoholic drinks may increase in the country due to the new taxes, which are set to be revised and most likely increased again in 2015. – See more at: http://blog.euromonitor.com/2014/03/industry-impact-lithuani.html#sthash.LIixybc7.dpuf

Os incentivos, agora, são para os lituanos fazeremo o que, exatamente? Bom, a autora acha que a notícia é boa para o pessoal do Jim Beam/Jack Daniel’s (eu e o Ari estamos nesta, creio), mas, na verdade, deveríamos olhar a elasticidade-substituição entre estes bens, não? Não sei qual é o efeito-preço cruzado entre estes dois bens e, portanto, não tenho claramente uma noção de quanto aumenta na demanda do whiskey quando aumenta o preço do vinho. Aliás, pensando no Ari, ele teria problemas aqui. Já eu, que não sou fã de vinhos…

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A ironia toda…

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…é que o exercício do livro de Macro do Bernanke já estava marcado para ser comentado hoje desde semana passada. Ou seja, por expectativas racionais, nós já descobrimos o que iria acontecer.

O exercício mostra, em essência, que um assessor econômico de uma pequena economia aberta está errado (lembrou de quem? Heim?). Após nossa discussão, o aluno Vitor, lembrou-nos do importante fato de que, no Brasil, a lei sempre pode ser quebrada (ou a internet calada, onde já civil…) e, portanto, o advogado do Fluminense já deve estar assinando contrato com o governo como consultor extraordinário neste momento.

Não fica nervosinho não, Mantega. Passa o Marco Civil para calar a boca de todos que são contra o governo (mas deixa o povo do “passe livre” à vontade para fazer campanha eleitoral disfarçada de causa popular sobre tarifas de ônibus). Simples assim.

Para quem fez um prefácio (ou comentário) para um livro sobre samurais há alguns anos, Mantega parece não ter lido até o final. Posso recomendar alguns livros para ele, caso me pague a hora de consultoria.

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Repetência já ou “Não me enganem, que não gosto”

A questão da meritocracia não é desprezível, não? Perguntaram em São Paulo sobre esta história de extinguir a “reprovação” nas escolas públicas.

O principal argumento contra o sistema é a percepção de que os alunos passam de ano sem aprender a matéria – o que é admitido por 46% dos estudantes entrevistados na pesquisa. Outras justificativas são a baixa autoridade do professor sobre a classe e a falta de esforço dos alunos. A progressão continuada foi o 2.º maior problema das escolas na opinião dos docentes, atrás apenas da falta de segurança. A pesquisa ainda mostrou que 39% dos pais e 29% dos alunos acreditam que mais cursos e atividades extracurriculares são essenciais para melhorar a qualidade da escola.

Na verdade, ao observar os dados da reportagem (a tabela parece só estar disponível para assinantes), observamos que os alunos a maioria esmagadora de pais (94%), alunos (75%) e (em números mais modestos…) professores (63%) são contra o modelo de avaliação atual.

A pesquisa cita quatro motivos para a discordância: “alunos passam sem saber o conteúdo”, “alunos não se esforçam o suficiente”, “professores não têm autoridade sobre os alunos” e “outros”. A grande maioria dos três – pais (82%), alunos (67%) e professores (80%) – realmente se incomoda com a questão de passar sem saber.

Vale dizer: não é uma questão simples como querem alguns. Esta história de que “reprovar desestimula o aluno” não me parece consensual nos estudos. Como ciência é sempre algo em que se contestam resultados, eu diria que o melhor seria deixar cada escola (pública ou privada) escolher o sistema que deseja. Aí sim, poderíamos verificar se esta história de “não reprovar” realmente melhora o desempenho dos alunos.

Observando apenas a pesquisa acima, eu diria: não enganem o aluno. Ele tem o direito de repetir a matéria (o que é uma segunda chance, lembre-se) para tentar de novo. Claro, se ele não vai às aulas porque “já viu a matéria antes” (embora não tenha passado), então, sim, o lugar dele é, realmente, naquela classe. Até que, de fato, tenha conhecimento suficiente ou adequado para dar um passo adiante. Ou você acha que o menino não pode cair nunca da bicicleta enquanto aprende?

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A pesquisa avança nosso conhecimento!

Defesas de dissertações no PPGOM. Próximos capítulos:

Aluno: Guilherme Penha Pinto
Dia: 28/03/2014- 6a. feira
Horário: 9 horas
Local: Sala 2 do PPGOM no Campus Porto da UFPel.

Título: “Fatores de Influência na Política Antidumping no Brasil”

Orientador: Prof. Dr. André Carraro

Comissão Examinadora:
Profa. Dra. André Carraro (PPGOM/UFPel) – presidente
Prof. Dr. Felipe Garcia Ribeiro (PPGOM/UFPel)
Prof. Dr. Tiarajú de Freitas (FURG)

Aluno: Flávia Katrein da Costa
Dia: 25/03/2014- 3a. feira
Horário: 14 horas
Local: Sala 2 do PPGOM no Campus Porto da UFPel.

Título: “Desigualdades socioeconômicas no acesso a medicamentos: análise da prevalência de acesso a medicamentos de uso contínuo entre mulheres no Brasil”

Orientador: Profa. Dra. Andréa Homsi Dâmaso

Comissão Examinadora:
Profa. Dra. Andréa Homsi Dâmaso (PPGOM/UFPel e PPGE/UFPel) – presidente
Prof. Dr. Cristiano Aguiar de Oliveira (PPGOM/UFPel)
Prof. Dr. Aluísio Jardim Dornellas de Barros (PPGE/UFPel)