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A importância de se melhorar a qualidade da análise de marketing no Brasil

Não, não vou gastar horas. Nem palavras. Vou apenas dar uma ilustração, esta. Tem tanta coisa nesta oferta de emprego, que a primeira coisa que a maior parte dos leitores sentirá é um misto de surpresa e terror. 

Pronto, não preciso dizer mais nada. Ah, a galera do “mas aqui a gente usa regra de três e está tudo bem” nem precisa vir comentar.

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Momento R do Dia: Bitcoins e (uma pretensa introdução superficial a uma conversa posterior sobre) Quebras Estruturais

bitcoin2

O momento R do dia é um pouco mais simples hoje, embora com mais frases. Primeiro, os dados acima são de 2013-01-01 até ontem (sábado) e tive que copiar e colar daqui.

Os dados são diários e, para isso, devemos trabalhar com o pacote zoo. Eis alguns comandos:

library(zoo)

teste <- read.zoo(“bitcoin3.csv”, header=TRUE, sep=”,”, format = “%m/%d/%Y”)

head(teste)

Os comandos acima importam os dados da planilha bitcoin3.csv, ordenados por coluna. Para fazer o gráfico acima, aproveitei-me da simplicidade do pacote lattice.

library(lattice)

xyplot(teste$Weighted_Price)

O gráfico acima, assim, é a série do preço, digamos, médio, do mtgox, a série de bitcoins mais longa que encontrei (embora ela tenha um problema no meio de 2011, motivo pelo qual eu tive que trabalhar com uma série menor (e o gráfico acima é um subconjunto desta série menor). O problema é alguma anomalia que ocorre de 20 a 25 de junho de 2011. Não sei a causa (e agradeço a quem souber).

Eu planejava fazer um post maior, sobre quebras estruturais, mas este gráfico é tão esdrúxulo – começa praticamente estacionário e muda de comportamento – que resolvi deixar esta discussão para depois. O fato é que, fazendo uma rápida análise, não consegui ver alguns fatos destacados por este jornalista.

Há vários testes de quebras estruturais em R e pretendo, ao longo dos próximos meses, usá-los aqui, com vocês. Mas entre minha intenção e a realização da mesma passam muitas quebras estruturais…

p.s. esta conversa toda sobre bitcoins e quebras começou numca conversa com o prof. Diogo Costa que, por algum motivo, ficou curioso sobre este mercado. Um outro aluno, o Jean, também queria discutir este tema. Eu, particularmente, não tenho o menor interesse em bitcoins, exceto como o de uma série adicional para exercícios de Econometria de séries de tempo. Bom, caso eu perceba que vá ganhar dinheiro com isto, aí é que vocês não me ouvirão falar mais disto por um bom tempo. ^_^

p.s.2. Ok, assim que sobrar um tempinho, eu coloco uma análise básica de quebras aqui, só para satisfazer os mais depravados.

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Mini-carros

Não, não são carros da Lego. São aqueles mini-carros (nome inglês) , chamados de K-cars no Japão. Aí vai o trecho:

A Honda representative told Asahi that since 64 percent of K-car drivers are women, this option was incorporated specifically to attract them. A good portion of K-cars are bought as second cars, for shopping and shlepping the kids around. In the past, these women bought compact cars, but they’re switching over to Ks.

Nissan and Daihatsu have upped the ante by also offering windshields that cut ultraviolet rays, something else women demand. In addition, K-cars now have much roomier interiors than in the past and larger cargo areas. In truth, there isn’t much difference, performance-wise, between a K and a standard compact.

Which is why the U.S. is even angrier than before, because that makes the so-called trade barrier even higher to scale. Due to regulations and consumer sentiment, K cars aren’t marketable in America, and the Big 3 automakers aren’t going to manufacture them only for one market, but that could be changing. India seems ravenous for K-cars and Suzuki is quickly setting up factories and joint ventures on the sub-continent.

Vale dizer, os carrinhos são úteis para a família e a demanda é mais ou menos bem conhecida; 64% são mulheres, logo, a diferenciação do produto é voltada para este público.

Agora, engraçado mesmo é a existência de barreiras (provavelmente por conta do lobby das montadoras daquele país) para a importação destes simpáticos automóveis.

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Turismo e Restaurantes

Falando em turismo (post anterior), o mesmo Euromonitor tem um vídeo sobre o tema. O que me deixa mais curioso nesta história de viagens turísticas é o turismo gastronômico. Talvez seja a hora de voltar a ler algo sobre comidas étnicas lá na página do Tyler Cowen. Aliás, eis algo a se pensar quando for comer fora.

Agora, cá para nós, viagem bacana – que ainda vou fazer – é visitar o Japão do norte ao sul, não apenas Toukyou (Tóquio). Além da comida japonesa, em si, deliciosa (para mim), eu gosto mesmo é de experimentar cervejas. Assim, começando lá em Hokkaidou (quem sabe, uma visita às cervejarias da Sapporo? Ou ao museu?) até Okinawa e sua cultura exótica (e sua cervejaria Orion) cuja propaganda gratuita está aí no alto.

Eu sei que vocês conhecem “saquê” como uma bebida alcóolica específica, um “vinho de arroz”. Originalmente, “saquê” é usado como uma palavra para qualquer bebida alcóolica, o que me remete a esta divertida música.