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Os preconceitos, o mercado e a liberdade

Não conheço alguém que não tenha uma amiga feminista que faça careta para a carreira de top models. Sempre há alguma aborrecida pronta a acusar a top model, a miss universo e congêneres de “mulheres submissas ao modelo machista que valoriza a beleza em detrimento do cérebro”.

A liberdade é um conceito muito legal porque, dentre outras, defende o direito de as pessoas se expressarem. Assim, a diversidade de opinião surge e, com a mesma liberdade, alguns modelos/paradigmas sobrevivem à concorrência, não necessariamente gerando a extinção de outros (claro que algumas feministas adorariam proibir certas carreiras, mas aí já não falamos de liberdade…).

Imagine, então, como seria o mundo, se as feministas tivessem conseguido proibir/impor desestímulos legais à carreira de top model. Teriam ajudado a fortalecer o machismo no mundo árabe, mesmo que não fosse esta sua intenção. Eu também não sou fã da carreira de top model, mas também não sou fã de diversas outras coisas e nem por isso acho que carreiras devam ser punidas em alguma espécie de política industrial  que escolha “carreiras vencedoras” em detrimento de outras.

Para a sorte das mulheres da área mais repressora do mundo, existe a possibilidade de mudança via mercado. Anos e anos de dinheiro dos EUA, ONU e outras Ong’s (exóticas ou não) não fizeram por elas o que o mercado fez.

Ainda bem que as boas feministas entendem o conceito de liberdade e sua relação com o mercado.

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