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Monografias

Qualquer orientador sério só funciona bem com bons orientandos. Bem, o que são bons orientandos? São aqueles que realmente fazem o dever de casa e trazem perguntas realmente interessantes. Sem preguiça, sem medo, com muita disposição ao trabalho, estes bons orientandos fazem com que o processo de orientação funcione bem.

Lendo um pouco sobre a vida de Yamaoka Tesshu (já citado neste blog), descobri que o mesmo aplicava o mesmo princípio aos que pretendiam se juntar à sua academia, o Shumpukan.

New entrants to the Shumpukan were told: “The purpose of Muto Ryu swordsmanship is not to defeat others in contests; training in my dojo is to foster enlightenment, and for this you must be willing to risk your life. Attack me any way you wish. Do not hold back!” After knocking the novice to the floor, generally with a dynamic thrust, Tesshu would shout, “Get up and come at me again!” This would continue until the candidate dropped from exhaustion. Tesshu might keep up such treatment for a week in order to test the determination of the prospective trainee. Technical ability did not matter at all; if the candidate’s spirit was strong, he was selected for admittance.

John Stevens, The sword of no-sword – life of the master warrior Tesshu. Shambhala, 1989,  p.39.

Como se percebe, o método correto de se ensinar vem de muito tempo…

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Causa, não causa, causa, não causa…

Grande resumo do Dave Giles sobre causalidade de Granger. Um estudante sério do tema certamente sabe das limitações do método…mas também dos seus aspectos mais interessantes.

A propósito, tenho que renovar as previsões do IPCA e da PIM-PF. Falta mesmo um pouco de disposição, porque o trabalho é fácil. Vencerei a preguiça e, em breve…