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Cato Journal, novo número

O Cato Journal está de volta. Eu gosto muito do Meltzer e do Garrison. Mas pode ser que haja mais coisa interessante lá. Confira.

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Mais um dia…

Aluna declara que cumprirá a meta de ir bem na prova e oferece um sacrifício gastronômico ao Deus-Professor asteca (ou seria egípcio?)

…tentando mostrar aos alunos o valor do R. Sem muito sucesso, mas quem entendeu a mensagem parece ter gostado.

Eu poderia facilitar a vida e ensinar apenas o Gretl ou o EasyReg ou mesmo o Eviews, velho de guerra. Mas será que no mundo fora da faculdade haverá tanta facilidade assim? Daí a vantagem do sujeito aprender um R ou um Stata (eu mesmo não sei o Stata e sofro com isso, perco boas oportunidades de trabalhos conjuntos).

Ok, você não precisa saber programar, mas aprender o R é muito parecido com o treino que o sujeito tem hoje em dia: pesquise e busque o que precisa, no caso a biblioteca, instale-a e aprenda o máximo que puder dela.

Tem outro jeito de resumir o trabalho de um economista na prática? Acho que não. E é por isso que não seria bacana dar de mão beijada o que alguns alunos sempre pedem. Basta lembrar do caso da previsão da PIM-PF, outro dia relatado neste blog.

Ah sim, de quebra, um Tiramissu, na aula da outra turma. Estrondosos aplausos dos alunos ao doce entregue como oferenda ao que vos escreve foram ouvidos por todo o quarteirão. Hordas de alunos bárbaros cercaram a porta da sala, curiosos por saber do que se tratava aquela algazarra toda.

Em seguida, alguns alunos juraram estudar como nunca antes, com guts, para a P2, no que foram apoiados pelo professor. A imprensa cercou o prédio, mas não conseguiu entrevistar o professor, quiçá os alunos da turma. Alguns, emocionados, choraram ao provar da iguaria trazida como encomienda (cuidado com a escravidão, heim?) ou como oferenda. Parecia o enterro de Kim Jong Il, com alunos em prantos, pedindo por aulas mais profundas, com mais teoria e, se possível, com econometria.

Bem, foi quase assim.