Uncategorized

Empreendedorismo brasileiro: um conceito em busca de evidências…

Pelo menos na época do início desta selva (também chamada de repúblicafederativense). Senão, vejamos:

“…a aristocracia rural não se capacitara tecnicamente para atividades produtivas. Instalada a República, os membros dessa aristocracia procurariam apoio no Estado, fazendo crescer o emprego público. Formada por quem antes vivia da terra e do trabalho, a elite política daria sustentação ao novo quadro institucional”. [J.J. Senna, “Política Monetária”, 2010, p.410]

É uma quase explícita descrição de rent-seeking, não é? Para que se capacitar e fortalecer o setor privado se você pode dar uma de nacional-desenvolvimentista e sugar recursos do povo por meio do monopólio da força que é o governo?

Uncategorized

Parceria Público-Privada Sacana

Deve ter sido citada entre os estudiosos do ramo, mas se não…

“Ficara claro que a colonização de terras tão vastas e distantes exigiria um volume expressivo de recursos que a Coroa, sozinha, não tinha condições de mobilizar. Os que receberam as capitanias deveriam promover à própria custa, o povoamento e a colonização de seu território. De modo geral, porém, os donatários eram membros da nobreza que, em Portugal, jamais haviam chegado a ter independência econômica. No final da década de 1540, os pobres resultados obtidos levaram à adoção de uma opção mais de acordo com as tradições portuguesas. Decidiu-se pela centralização do poder, dando-se à colônia um governador-geral. As capitanias não desapareceram. Aos poucos, foram incorporadas ao patrimônio real, mediante compra ou abandono dos respectivos donatários”. [José Júlio Senna, Política Monetária,  2010, p.395]

Em outras palavras, use a iniciativa privada e depois dê-lhe o golpe. Para tanto, escolha aqueles que nunca terão muito poder econômico para não se arriscar. Ou escolha alguns, mas use sua prerrogativa de Estado para dar-lhe o chute no traseiro em algum momento.

Não é a cara do Brasil?

Uncategorized

Olha a nova dica

ITSM2000, programa para séries de tempo. Já é antigo, mas como tenho mergulhado de cabeça em séries de tempo recentemente (pela segunda vez em minha curta vidinha), já viu, né? Você o encontra procurando pelo livro deles na Amazon, o Time Series: Theory and Methods, segunda edição.