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Google e afins, na visão dos burocratas

Para os fãs da “política” industrial brasileira, eis um exemplo prático.

A disponibilidade de capital, com fundos dispostos a investir em empresas nascentes está em estágio inicial. Antes de ser adquirida pelo Google, a Akwan procurou o BNDES.

“Demoraram dois anos para nos dar resposta, e a resposta foi que internet não era negócio”, diz Ribeiro-Neto. “Uma das razões que nos levaram a concordar com a aquisição foi que o crescimento fundado no capital que gerávamos era muito lento.”

Ou seja, fica difícil contara com eles para um setor como este “que não é um negócio”. Mais aqui.

 

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2 comentários em “Google e afins, na visão dos burocratas

  1. infelizmente, o que a gente vê aqui no brasil sobre “capital de risco” é que ele não tem nada a ver com risco. O investidor brasileiro continua avesso ao risco. “fala em empresa dot.com mas investe em posto de gasolina”.

    reza a lenda que o capital de risco está entrando cada vez mais no Brasil, mas o ritmo ainda é insuficiente. O caso chileno é relevante e o governo lá está trabalhando no sentido de facilitar o empreendedorismo [http://eu.techcrunch.com/2011/11/24/lessons-from-chile-how-to-solve-the-european-economic-crisis/], mas ainda há muito o que fazer [http://brophyworld.com/start-up-chile-enticing/]. Lá e aqui.

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