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The Best Ten of 2011 (talvez menos de dez…) – parte três

1. A organização do lar – O fim da maldita obra que me desgastou em todos os aspectos possíveis (e alguns impossíveis). Mas temos uma impressora nova, um escritório bem funcional (eu ainda preciso organizá-lo mais e jogar alguma tralha fora, claro), uma infra-estrutura de internet razoável, um modem novo e, no resto da casa, também temos não mais um monte de paredes, mas um lar.

2. A água mineral gasosa da Coca-Cola – Esta tal de Crystal é ótima. Viciei. Culpa do Diogo.

3. A intervenção do Sergio no Nepom – a princípio dura e talvez exagerada, mas o passar dos meses deu razão ao Sergio. Precisávamos mudar e da maneira mais drástica. Ainda não fizemos isso com precisão, mas certamente vamos fazê-lo.

Lembrando mais eu coloco aqui.

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Por que aprender Cadeias de Markov?

Eu sempre usei um exemplo antigo, o das contas em um balanço, para falar da importância dos processos de Markov (um dia eu soube como calcular aquelas terríveis probabilidades…). Mas o pessoal do Freakonometrics tem um exemplo muito melhor: jogos de tabuleiro de crianças.

A maioria dos jogos de tabuleiro da meninada é markoviano. E se você tem um jogo que segue um processo markoviano e se você sabe um pouco de R, então você tem uma diversão adicional. Se eu fosse o professor desta matéria, consideraria este exemplo. Vou repassá-lo aos meus amigos envolvidos…