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The Best Ten of 2011 – part II

Talvez eu deva dizer que há também os “The Worst Ten of 2011”. Depois eu mando alguns…

1. Novos professores da casa – Diogo e Jonathan reforçaram o time da faculdade neste semestre. Desnecessário dizer que ambos trouxeram novo ânimo para todos. É incrível o entusiasmo dos novatos – e também é incrível a falta de entusiasmo de muitos alunos que deveriam estar entusiasmados com sua escolha profissional – e talvez a gente precise sempre se lembrar de como éramos há quase 20 anos atrás…

2. Casamentos – Um grande amigo e colega da casa também deu um salto este ano, para dentro do balaio dos casados (novamente). Foi uma das melhores coisas estar lá para compartilhar com ele a alegria (e o whiskey na festa). Esta coisa de entrar na igreja em casamentos é sempre como se fosse a primeira vez…

3. O I Encontro Nacional dos Blogueiros de Economia – Lá na USP. Foi divertido e também, inesperadamente, uma boa chance de vender os últimos exemplares do “Tire a mão da minha linguiça“, o clássico da literatura luso-lusitano-brasileiro-africana-timorlestiana. Os debates foram muito legais e, se tudo der certo, teremos a segunda edição este ano. Só para o Cristiano – agora um fominha de links – não dizer que não o citei, aí vai. Afinal, ele é o pai da criança…

4. As cervejas importadas – A vida continua alegre com a abertura – sim, a globalização que te dá toda esta variedade de consumo (até livros de protecionistas, no original e mais baratos você consegue!) – e, espero, com a entrada da Kirin no Brasil, o mercado se renove com as cervejas nipônicas (mas duvido que trarão todo o portfolio, infelizmente).

5. O Tea Party – A despeito do ódio dos repórteres e artistas globais, a renovação popular do sentimento de que o governo pode estar nos atrapalhando mais do que ajudando deu novo ar à política dos EUA . Eu esperaria debates mais interessantes também, mas os nossos “analistas” políticos são muito primitivos para publicarem algo mentalmente relevante. Às vezes a gente lê um ou outro, mas ainda somos um país que confunde debate acadêmico com brigas pessoais.

6. O Ipad – Eu pensava em comprar (ainda penso) o Motorola com o Android, mas uma oferta irresistível (não pense em “O Poderoso Chefão”, por favor) fez-me comprar o Ipad, 1.0. Como recurso de leitura, superou minhas expectativas. Também será um poderoso recurso pedagógico no próximo semestre. Imperdível mesmo é conseguir se livrar do (nem sempre útil) firewall da faculdade, que deixa alunos e professores extremamente chateados quando, por exemplo, querem baixar a PNAD pela rede wireless.

7. Google Plus – Fiquei em dúvida se o colocava aqui. Acho-o muito melhor do que o Facebook, mas não pegou. Deveria ser um dos “piores do ano”? Bem, talvez para a Google, mas continuo pensando que vale a pena investir mais nesta rede do que na outra. Quem sabe não mudo a trajetória em 2012?

8. Bin Laden – Ah, que satisfação! Fale o que quiser, leitor, mas de um país que abriga terroristas e cujo povo nem liga, não espero mesmo comentários relevantes. O fato é que teria sido bom ter pego este criminoso vivo, mas morto também serve. Infelizmente o covarde não foi enjaulado e examinado como Saddam, para acabar um pouco com esta aura de “mártir” que ele mesmo disseminou entre seus simpatizantes. O mundo ficou um pouco melhor sem Bin Laden.

9. O Android – Já falei dele aí em cima, mas vale repetir que tem sido um belo sistema operacional para celulares. Falo como usuário, claro.

10. O fim da obra no apartamento – Preciso dizer mais?

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