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Você sabe que uma idéia é inútil quando…

…alguns malucos tentam forçar a barra para que as Academias as ensinem. Curiosamente, muitos destes malucos também criticam o movimento dos criacionistas pelo mesmo motivo que os leva a se comportarem de forma similar aos mesmos.

No Brasil, claro, há muita gente que gostaria de forçar a barra nas faculdades para impor seu pensamento sobre a diversidade de idéias. O argumento é simplório: o que existe foi imposto e vou trocar isso pelo o que eu quero.

Problemas: o que existe nem sempre é imposto. No caso da economia, é fruto de anos e anos de lógica e estas coisas que diferenciam os animais racionais dos vermes e protozoários. Além disso, a práxis proposta pelos defensores da ditadura do pensamento é digna de pena. Parecem crianças que perderam o jogo e tentam carregar a bola para casa.

Obviamente a roupagem disto não é tão brutal quanto eles gostariam. Geralmente falam de “debater” as idéias e, também em geral, estes debates só incluem seus amigos o que torna o debate algo bem diferente do que dizem ser. Nada contra reunir os amigos, mas dizer que isto é um debate que “vai gerar um consenso” é outra coisa.

Enfim, a Argentina, mais uma vez, por meio de seu medonho caudilhismo peronista, mostra que o nível do ser humano pode ser mais sempre piorado, com ou sem blogueiros chapa-brancas.

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Bangular Walk

Segundo o sempre referencial Camara Cascudo, em seu História dos Nossos Gestos, “Bangular” significa:

“Andar a esmo, vagando sem ocupação e destino. Expressa-se com trejeitos, curvaturas, ansiedade. Do quimbundo Kubungula, sacarotear-se, movimentos do feiticeiro em prática agourenta: (Oscar Ribas, quilanduquilo, Luanda, 1973). Vocábulo e gesto foram trazidos ao Brasil pelos escravos bantos de Angola”. [Cascudo, Luis da Camara, Editora Itatiaia, 1987, p.219]

Posto isto, por que é que ninguém nunca pensou em batizar o random walk como bangular walk? No mínimo teria uma sonoridade agradável. ^_^