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Vida

O bom de assistir estes seminários é que a gente entra em um ambiente muito mais estimulante do que o dia-a-dia. Digo, o papo bom é a exceção na rotina, já que temos que fazer outras coisas para pagar a conta da internet. Aí vem um sujeito, mostra um baita modelo bem feito, com muito capital humano incorporado, dá uma baita aula e você se pergunta: caramba, até hoje eu não consegui chegar neste nível de excelência!

Não, não dá tristeza porque você se lembra que é um daqueles que se incomoda com as falhas e está sempre tentando fazer o melhor possível, com ou sem dor de garganta, gripe ou qualquer outra doença idiota.

No final, o custo marginal se iguala ao benefício marginal e a gente dorme feliz.

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SEBH

O SEBH esteve ótimo. Não pude assistir toda a apresentação do Frank sobre seu modelo estatístico para mercados financeiros, mas deu para reafirmar minha crença de que estatística é algo muito bonito e útil. Assisti às apresentações de artigos de Felipe, Sílvio, Salvato. Acho que consegui dar uma boa sugestão para o Salvato, custei a entender o artigo do Sílvio e creio que o Felipe tem um bocado de trabalho pela frente.

Depois do almoço, o Mansueto deu uma verdadeira (mesmo!) aula de economia do setor público no Brasil, seguido do sempre didático (um dos melhores professores de Micro e Econometria que já tive) Marcelo Portugal, falando sobre inflação, metas e, acho, como ele aceitou fazer um trabalho com calibragem (inside joke).

Ah, a apresentação de ontem, com Hollanda Barbosa, o veterano da macroeconomia, foi muito bacana. Alguns pontos comuns com a palestra do Mansueto e, melhor ainda, com discordâncias. Claro, discordâncias, entre economistas sérios, não é a mesma coisa da baixaria dos “cabeças-de-Word” que “besteiram” por aí todos os dias.

Mais uma boa edição do seminário concluída.