Não sei como o ministro da fazenda não pensou nisto ainda…

Afinal, iria de encontro com sua eterna ladainha de “corte minúsculo, acréscimo de receita gigante” para dizer que tem um superávit primário.

Será que são as bases do partido? Vai saber…

Quando as premissas são jogadas no lixo…

…nem um Nobel verborrágico se salva. Boa lição de economia e também de como um economista não deve ser portar em público. Por mais que as demandas midiáticas aumentem, há que se ter cuidado e respeito com a opinião pública. Boa, Landsburg.

As estações do ano que nunca terminam…

“ShunkaShuuTou” seria a pronúncia de “Primavera, Verão, Outono, Inverno” ou, caso queiram, as quatro estações, tal como artisticamente escritas no quadro da foto acima.

Por muito tempo estas estações compartilharam comigo a convivência com minha avó, recém-falecida. Com mais intensidade, talvez, em algumas épocas do ano, quando podíamos visitá-la. Em outras épocas, a convivência se dava de várias formas: cartas, a lembrança, indiretamente por meio de músicas, etc.

Uma infinidade de experiências distintas e únicas – como o são as experiências de cada um – de uma relação familiar. Nossa avó ou, como preferimos, nós, parentes, “Obaatyan”, veio ao Brasil muito nova e passou por uma vida que está longe de ser um conto de fadas: como todos imigrantes, o trabalho foi duro e a vida nem sempre lhe deu trégua. Dos vários filhos criados vieram os netos e, ultimamente, alguns bisnetos.

Obviamente, nem todos herdam todas as características de alguém. De nosso Ojiityan herdamos algumas características, de Obaatyan, outras. A diversidade das personalidades de todos – e a história de vida de cada um – demonstra bem isso. O certo é que, no fim, todos carregam, dentro de si, uma “pequena Obaatyan”, colorida conforme o caráter de cada um de nós, filhos, netos ou bisnetos.

Resta apenas dizer que as estações do ano continuarão por muito tempo e, sempre, a luz de Obaatyan estará lá, dentro de nós, brilhando mais ou menos intensamente, mas certamente nunca se apagando.

おばあちゃん、どうも有り難うございました。

Para quem gosta de consumo intertemporal…

Um artigo curtinho sobre o Japão. Nossa imprensa poderia treinar mais e fazer como esta matéria: ensinar ao leitor sem considerá-lo tão ignorante a ponto de tornar a matéria incompreensível e, além disso, ensinar ao leitor sem deturpar o que o autor diz.

Há jornalistas assim, mas muito mais existem os demais. Engraçado é que na civilização parece ocorrer o oposto.

Ainda verei um mundo em que as pesquisas serão melhor divulgadas? Acredito que não, mas trabalharei por isso.

Visual

Eu sou conservador, mas o Erik e o Cristiano Costa vieram com esta de mudar o visual e, para não falsear a teoria da manada, resolvi fazer uma pequena mudança. Na lateral, agora, uma ligação com o Facebook. Ao fundo, uma imagem de…….(você sabe quem é o malvado liberalzão comedor de filet mignon e bebedor de vinho às custas dos nativos indígenas latino-americanos? Heim? Heim?).

Espero que gostem.

Leituras que pretendo fazer

Já tá tudo no micro, para catalogar com Mendeley.

Nota de falecimento

Paul Meier, o autor do único livro de probabilidade que os meus professores nacional-inflacionistas não queriam que eu lesse (sim, eles sabem o que é custo de oportunidade: uma página a mais de probabilidade significa umas duzentas a menos dos Gründrisse).

UPDATE: Eu errei. Agradeço ao Laurini pelo seguinte comentário: ”

“Cláudio

O autor do livro de Probabililidade é o Paul Meyer, que é outra pessoa. O Paul Meier que faleceu é o criador do estimador de Kaplan-Meier, entre ínumeras outras contribuições”.

Você já viu…

… um homossexual beijando ardentemente uma mulher?

… uma lésbica beijando ardentemente um homem?

Imagine a sensação de um economista sério ao ver os nacional-inflacionistas, no governo (ou fora dele, nos bancos do partidão), defendendo o sistema de metas.

Pronto.

Será que eu consigo uma vaga?

O pessoal austríaco vem aqui no Ibmec. Claro que eu já vou fazer público minha demanda por um exemplar do livro do Ubiratan (e protestar pela sua ausência, caso eu esteja correto). Rever o Hélio é sempre um prazer e conhecer o Barbieri será também um prazer.

Não sei se concordo com a frase do cartaz sobre a economia austríaca ser a melhor explicação há 100 anos, mas se há algo relevante sendo feito fora do mainstream, para mim, está lá nos austríacos.

p.s. Note que sou insuspeito: eu nem sabia do evento.

Baía dos Porcos

Lá no “império”, a CIA liberou os documentos sobre sua fracassada tentativa de invasão de Cuba. Isso mesmo. Já no Brasil, não se consegue saber quantos foram torturados pelo Capitão Lamarca, pelos seus inimigos, etc.

Até a presidenta que, dizem,  foi torturada (não temos os documentos para confirmar ou não isto), vinda da esquerda, da luta armada não foi capaz de se decidir sobre se era ou não a favor da liberação dos documentos dos “anos de chumbo”.

Não é à toa que políticos de esquerda bombardeiam tanto a liberdade de imprensa no Brasil. O objetivo parece ser o de tornar a liberdade de informação em algo próximo ao que faz o autoritário Chavez na Venezuela…mesmo que isso seja feito às custas dos assassinados pelo terrorismo esquerdista ou pelos torturadores militares.

A quem, da esquerda, interessa ocultar os erros do governo militar?