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O Estadão engraçadinho

Hoje há uma ótima entrevista com Harald Uhlig no Estadão. Contudo, a apresentação do autor é feita de forma bastante estranha:

Harald Uhlig, 50 anos, é chefe do Departamento de Economia da Universidade de Chicago, berço de economistas famosos na defesa do livre mercado e da teoria neoclássica da formação de preços, ou seja, uma economia com menor intervenção do Estado

Eu pergunto ao Estadão e aos leitores do blog: quando entrevistam um economista da Unicamp eles fazem uma descrição ideológica dos mesmos? Não. E quando entrevistam alguém da EPGE/FGV? Vão falar o que? É a EPGE a favor do livre mercado? E a PUC-RJ? E as outras faculdades?

Para citar alguns economistas: o Irineu, que trabalha no FMI, é um neoliberal? E o Canuto, da Unicamp, que trabalha no World Bank? É um defensor do “livre Estado”? E o Leo ou o Mansueto, ambos no IPEA? São membros de uma instituição que “defende” o que, afinal de contas?

A entrevista é ótima, mas induzir o leitor a pensar que Uhlig é um ideólogo é desqualificar sua opinião antes da leitura.

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Bem público…que infelizmente não foi utilizado em tempo…

O Twitter poderia ter salvo vários jovens na Noruega, conforme se vê aqui. Entretanto, o ataque simultâneo na capital Oslo – uma estratégia inteligente do terrorista imbecil – certamente impediu a polícia de agir.

Outro dia uma maluca se matou e colocou seu “testamento” no Twitter, aqui no Brasil. A mensagem que fica é: em situações de perigo, use as redes sociais. Elas não servem apenas para colocar fotos…