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Ha, ha, ha

Um blogueiro resolveu me investigar e o resultado está aqui. É difícil entender o que ele escreve – porque o português deste americano de esquerda não é lá muito fácil de se entender – mas é divertido ver como o blogueiro brinca com redes sociais além de me elogiar quando compartilho de algum site que ele gosta e me xingar quando cito sites que ele vê como o pior da blogosfera.

Eu sabia que incomodava, mas é uma honra ser investigado com tanto esmero.

p.s. por que ele nunca me enviou o “relatório” é-me um mistério. Seria um prazer salvar documento tão trabalhoso em minhas pastas…

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Space Battleship Yamato

O Cristiano Gomes não gostou e este comentarista também não se entusiasmou muito. De minha parte, o filme  é muito bom. O roteiro é uma mistura das duas primeiras temporadas (resumidas em dois filmes) e no último filme da série, antes da “ressurreição” no final de 2009.

O que é interessante? O personagem de Susumu Kodai e a de Yuki Mori ficaram mais bem trabalhados (quando vir o filme, você entenderá). Os efeitos especiais? Gostei. Achei bons. Não estamos falando de Hollywood, mas a computação gráfica me agradou. O roteiro agradará aos fãs que conhecem toda a saga do Yamato (os cinco filmes) e alguns que só viram as duas séries que foram transmitidas no Brasil.

A história da saga do mais famoso (talvez) desenho japonês dos anos 80 é repleta de percalços com a briga entre o desenhista de mangás, Leiji (Reiji) Matsumoto e o produtor Yoshinobu Nishizaki. Reveses com o Yamato 2520, o fracasso da promissora “Shin Uchuu Senkan Yamato” e seu sucessor (pós uma das disputas judiciais entre os dois e a fabricante de brinquedos cujo nome me falta agora), o “Dai Ginga” (ou “Dai Yamato Zero Go“) pareciam deixar aos fãs um futuro sombrio…até que, em 2009, Nishizaki lançou o “Yamato: Ressurreição”. Entretanto, o desenho não foi tão bem assim (hoje, após assistir o live action, prefiro muito mais este ao desenho de 2009). Para piorar as coisas, Nishizaki faleceu poucos dias antes do lançamento deste último filme, o que torna o futuro da série mais incerto pois não se sabe o que seu filho, e dono da Enagio, fará.

Qual o problema? Bem, o filme de 2009 abre as portas para mais um filme (ou série), pelo menos, dado um evento relacionado a Yuki Mori. Talvez o sonho deste fã seja ver Matsumoto e Nishizaki colaborando (algo que me parece impossível), já que Toshio Masuda (o diretor da primeira série e também do famoso “Tora tora tora”) e Hiroshi Miyagawa (o maestro e compositor de boa parte das músicas “épicas” da série) já faleceram.

Enfim, eu, ao contrário do Cristiano, dou nota 8 para o filme. Entretanto, lembrem-se que sou um fã, não posso ser levado muito a sério nestes julgamentos.

p.s. o chato nesta história toda é que Matsumoto fez uma releitura da saga (antes do filme de 2009) em uma série de jogos para Playstation que você praticamente não encontra aqui, no Brasil…

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Spousonomics

Bem, descobri este livro por acaso, quando fazia uma “horinha” no shopping, dia destes. Os agradecimentos eram animadores: Gary Becker, David Hirshleifer, etc. O prefácio, bem humorado e muito bem escrito, não desestimulava a leitura. Pelo contrário, dei boas risadas sozinho por um bom tempo.

Li o primeiro capítulo, sobre vantagens comparativas, e percebi que o livro tinha potencial para ser minha leitura favorita do mês. Qualquer casal (desde namorados até casais casados) poderá perceber como a economia pode, realmente, melhorar a relação.

O segundo capítulo, com um toque behaviorial, fala de aversão à perda e de como casais adoram brigar apenas porque cada qual tenta ser o senhor da palavra. Excelente capítulo.

Já virou meta ler este, o do Niall Ferguson, um romance de Mori Ougai, Mencken, tudo isso em menos de um mês. Não será fácil porque Julho é o mês de rever aulas, rever pesquisas e cuidar da casa enquanto a esposa, que não leciona, trabalha. Mais difícil, claro, quando você não tem a menor habilidade como dono de casa, e sim como bagunceiro da casa, mas eu ainda chego lá.

Fica a recomendação: compre o livro. Ele realmente ajudará seu casamento, exceto se sua/seu esposa/esposo tiver preconceito com economia, algo irracional, geralmente baseado em traumas de faculdade ou a ideologias incutidas por supostos professores (que, não-supostamente, são militantes profissionais).

Lá se foram dois capítulos, mas o dia é longo e eu já li o jornal. ^_^