O problema intergeracional da poupança

O caso do Japão, já sabemos, não é tão exótico como se pensava (as taxas de poupança são altas, mas quando você olha para a metodologia de cálculo e a ajusta para comparações internacionais, não é tão alta assim), mas isto não quer dizer que não haja um problema intergeracional.

Nesta notícia, vê-se como o governo japonês pretende estimular a economia mexendo em dois impostos: o que incide sobre a herança e o que incide sobre doações.

Resolução dos quarenta e…dois anos

Após perder uma lista gigantesca de resoluções neste wordpress, eis minha nova versão da minha resolução, agora no singular.

Ao decidir fazer algo, faça-o.

Agora, vamos pensar bem nesta frase. O que é preciso para decidir algo? Muita reflexão e alguma determinação ou muita determinação e alguma reflexão? Creio que cada situação deve ser considerada antes de se tentar uma resposta única que, por sinal, eu acho que não existe.

Dia destes, dirigindo um carro e bem exausto – exatamente como estou agora – meu professor e amigo Gustavo me fez perceber a importância desta frase, em um exemplo específico, relacionado à música e que não vem ao caso. O fato é que muitas vezes nos deixamos emperrar por infindáveis considerações que não necessariamente são sinônimo de uma reflexão cuidadosa, mas sim de uma imensa confusão mental.

Este tem sido um ano de muito aprendizado derivado do uso desta frase ou de assuntos fortemente correlacionados com o bom uso da mesma. Ontem mesmo eu decidi entrar em um karaokê aqui em São Paulo que nunca havia frequentado. Fiz bem. Saí de lá preparado para a apresentação de hoje.

Mesmo assim, antes de subir ao palco, claro, bateu aquele nervosismo, como há tempos não sentia. Mas eu sabia que deveria fazer aquilo que havia decidido há meses. Então eu o fiz, e estou feliz. Este é outro lado da frase: você não decidirá fazer algo que não goste minimamente.

Anteriormente eu havia pensado em várias resoluções para colocar aqui. Contudo, esta frase, que somente aparenta ser simples, talvez seja a melhor resolução que alguém como eu poderia citar.

Então, pessoal, fica esta como a resolução prometida.

103 anos de imigração japonesa no Brasil

Comemorações intensas em São Paulo. Minha dica especial é o:

“46º Festival de Música e Dança Folclórica Japonesa Dias 25 e 26 de junho, sábado (a partir das 9h) e domingo (a partir das 10h) Grande Auditório do Bunkyo – Rua São Joaquim, 381 – Liberdade – São Paulo – SP”

São Paulo é muito bonita em qualquer época do ano, mas fica especialmente bonita quando comemoramos a imigração japonesa.

p.s. não gostei do memorial feito no Parque Ecológico da Pampulha aqui em BH.

Novamente…

…agora o site do IBGE caiu. Do governo não se ouve uma palavra sobre um plano de combate. Parece que os hackers venceram.

Há algo interessante nesta história de hackers. Existe este argumento de que a “vitória”, para eles, é derrubar o site de algum governo ou grande corporação. Agora, pense bem. Se você faz parte de uma comunidade destas, a “glória de sua vida” não seria derrubar o site do maior hacker conhecido?

Elocubrações à parte, quem gosta de Julian Assange deve estar ansioso por ver o vazamento de documentos do governo na internet. E é por isso que acho natural a vagarosidade do governo (governos de esquerda adoram burocracias…), mas também a acho um perigo para o próprio governo. Enfim, este é um problem do governo, não meu. Eu só (sou obrigado a pagar) pago impostos.

O preço de um Banco Central menos preocupado com metas…

O Cristiano coloca um link para uma notícia que vi mais cedo hoje. Diz respeito ao que a sociedade pensa acerca da inflação. Acho que o título deste post diz tudo. A saga nacional-desenvolvimentista tem um preço e este já está sendo cobrado de toda a sociedade. O nacional-inflacionismo (seria o nome mais correto), agora, não lhe parece tão atrativo, né, (e)leitor?

O governo, este gigante de pés de barro…

Será que, após mostrarem o quão poderoso é este governo que se diz potência, os hackers farão algo similar a um wikileaks? Nos EUA, Sarah Palin, por lei, teve seus emails revelados (e não havia nada demais). Aqui, a presidenta faz “bem me quer, mal me quer” com o sigilo de alguns documentos e “não sabe de nada” sobre o sigilo para obras da Copa (surpreendentemente defendido por toda a esquerda brasileira…que sempre fala em não ter sigilo sobre documentos outros…). Bem, Julian Assange é celebrado por 9 entre 10 anti-americanos. O que aconteceria se estes hackers fizessem o mesmo com o governo brasileiro?

Manchetes alternativas

Um(a) presidente(a) sempre se esquece de seu livro favorito, se é a favor ou contra o sigilo absoluto sobre informações de outros governos (exceto, claro, quando se trata de informações que lhe dizem respeito e aos amiguinhos…para estes, sigilo eterno).

As pragas dos alunos (digo, as pragas que sofrerão os alunos)

Segundo o CEO do bar da esquina (e professor de Direito Soviético), Eleutério Moisés, os alunos que não se enquadrarem no novo regime de 80 horas sofrerão com dez pragas.

1. As águas do bebedouro se transformarão em refrigerantes de R$ 0,50 a garrafa de 2 litros (já sacou a qualidade da tinta preta, né?).

2. Rãs sairão das privadas, justamente na hora em que os alunos lá estiverem.

3. As alunas serão atormentadas por piolhos (principalmente após passarem o dia no salão).

4. Moscas surgirão das mochilas dos alunos que lá guardam seu lanche (de duas semanas) e infestarão a faculdade

5. A peste, que são os estagiários, infestarão a faculdade com sua conversa mole e papo furado.

6. O tratamento de pele das alunas será inútil contra as pústulas, já que ninguém mais se lembra da higiene básica (álcool-gel e afins).

7. Uma chuva de granizo destruirá carros dos alunos estacionados no entorno da faculdade.

8. Nuvens de gafanhotos comerão os cadernos de anotações abandonados pelos alunos, principalmente as anotações de equações de Euler e autovalores.

9. Por três dias, o aluno não poderá usar o MSN, a rede wireless, etc; pois não haverá luz.

10. Os primogênitos (assim os coríntios, os canonitas, os iemenitas e os atleticanos chamam os “calouros”) não resistirão a uma única aula de Cálculo de 80 horas.