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O Brasil deveria começar a se preocupar

Como não é mais segredo, há gente ligada a extremistas bolivarianos islâmicos no Brasil. Na Venezuela, também não é segredo, há o apoio explícito de Chavez. Agora que mais um criminoso morreu, eu me pergunto se, com este maravilhoso controle de fronteiras (e com nossa excepcional “Justiça”), não teríamos uma silenciosa invasão de nazistas fundamentalistas islâmicos neste país.

O governo não quer definir terrorismo para não prejudicar aliados (que seriam terroristas, creio). O discurso não mudou com o novo governo e os jornalecos chapa-branca fazem um discurso único a favor de gente muito estranha como ditadores e presidentes autoritários. Eu até me pego pensando se não são todos espiões do antigo SNI tentando ressuscitar a aliança nacionalista do ISEB na roupagem de “bolivarianismo do samba”.

Imagine o Brasil, paraíso de criminosos internacionais, transformando-se em abrigo de membros do board da Al-Qaida. Ia ser show. O pessoal da esquerda iria comemorar muito (já comemoram com pouco menos do que isso…).

Mas, por enquanto, a segurança nas fronteiras continua tão boa quanto meu futebol…

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Momento R do dia

No momento R do dia, fiz um exercício sugerido por Kleiber & Zeileis (2008). A pergunta é se a unificação alemã gerou alguma quebra estrutural na série de moeda (M1) daquele país.

Há mais detalhes econométricos nos resultados e, no eixo horizontal, você pode observar os intervalos de confiança das cinco quebras detectadas.

A unificação alemã (ou reunificação alemã, se considerarmos um período histórico mais longo) deu-se em 1990, após as manifestações de 1989.

Bem, o que dizem os resultados nesta primeira rodada do exercício? Eles nos dizem que temos as seguintes quebras (com os respectivos intervalos de confiança):

Corresponding to breakdates:

  2.5 %   breakpoints 97.5 % 
1 1965(4) 1966(2)     1967(1)
2 1971(1) 1971(4)     1972(2)
3 1977(1) 1977(2)     1977(4)
4 1981(3) 1982(4)     1983(2)
5 1987(4) 1988(1)     1988(3)

Como podemos ver, aparentemente, as evidências são as de que a oferta de moeda já teria sido alterada um ano antes das manifestações de 1989. Este resultado pode significar uma antecipação notável da política monetária, mas também pode ser apenas o início de uma análise interessante. Obviamente, há também que se analisar os outros pontos de quebra.
Ah, claro, você pode comprar o livro citado começando com um clique na imagem abaixo.

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Não deu no Wikileaks…

…nem nas publicações oficialescas. Mas parece que há muita gente ganhando com a res-estatização da Vale (sob outro nome). Terrível é pensar que muita gente não entende o tamanho do problema. Bem, a inflação já retornou e o modo bolivariano de administrar a coisa pública (tratando-a como “coisa” mesmo), que é uma característica quase axiomática da esquerda, vem sendo difundida nas escolas como o caminho ao nirvana e, claro, aos poucos, praticada por aqui.

Tem gente que censura a imprensa, outros são eleitos com um discurso e mudam-no depois, sempre ameaçando os “insolentes empresários”, outros pedem “pelamordedeus” para que as pessoas engulam a inflação e não tentem se proteger, alguns dizem que a vida de Bin Laden vale mais que a das vítimas, há os que enxergam liberalismo até dentro da própria cueca (enquanto o governo cresce exponencialmente), há os que acham que oposição é “terrorismo do mercado”, os que acham normal tomar um passaporte para si, mesmo contra a lei, os que acham que pesquisa pública só pode ser divulgada se for favorável ao governo (quando, claro, ele está no governo), etc.

Se isso não é uma evidência de que há algo muito preocupante para a sociedade livre (aquela que tolera as opiniões distintas, embora não cedendo aos fascistas (comunistas ou não), então eu acho que alguém não sabe definir “evidência”.

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Bárbaros e Romanos

O Filisteu, novamente (após um longo tempo), publica uma resenha de livro. Desta vez, ele se superou. Eu vou ter que me segurar para não comprar o Terry Jones’ Barbarians. Trechos da análise dele:

(…) os romanos tinham o conhecimento necessário para começar uma Revolução Industrial, mas nunca juntaram todas as peças do quebra-cabeças. Mas do ponto de vista de Barbarians, não é nenhum mistério: os romanos nunca juntavam as peças. Os gregos estavam criando motores a vapor e até metralhadoras rudimentares, mas os romanos não levaram nada adiante. E as tecnologias sociais também se perderam. Os piratas que capturaram o jovem Júlio César, por exemplo, emergiram depois que os romanos eliminaram as patrulhas gregas no Mediterrâneo. E a imobilidade social era tão grande — depois de algum tempo, em vários casos os filhos eram proibidos de não terem a mesma profissão que os pais — que a falta de inovação não pode ser surpresa.

E também:

O livro detalha os vários modos como a história ocidental foi distorcida pela dependência excessiva de fontes latinas e de historiados com pressupostos espúrias. Assim, artefatos e construções celtas foram datadas como romanas porque eram mais sofisticadas, logo posteriores, logo romanas. Isso inclui centenas de minas de ouro e prata e diversas estradas na França, Alemanha e Grã-Bretanha.

Muito interessante. O mais legal é ver como a própria história (análise histórica) evolui, passando de um claro viés pró-Roma para algo muito mais rico, no qual bárbaros são mais estudados. O resultado? Maior conhecimento sobre o passado desta terrível humanidade.

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Nada como ler uma boa análise econômica

Mankiw é não apenas honesto, como também bastante didático e sério em suas análises. Logo, este artigo está ótimo. Melhor que ouvir bobagens na imprensa brasileira que, antigamente, até contestava mas, hoje, sabe-se lá o porquê, parece ter se tornado muito mais bovina com servidores públicos.

Ou seja, levará tempo para que vejamos artigos como o de Mankiw na imprensa nacional. Há uns dois ou três bons economistas que publicam, claro. Mas, para cada um deles, existem 1000 barbaridades publicadas que, inclusive, nem sempre são logicamente corretas.

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Roubou e é de esquerda, ok. Matou e é de esquerda, ok.

Assim é que se diz que Ayn Rand é maniqueísta, mas Eisenstein não o é. Há também outros casos como este, celebrado por toda a esquerda brasileira.

É igual a uma discussão que vi, outro dia, entre um Mr. Burns e uma pessoa normal. O Mr. Burns insistia que tudo o que era feito pela pessoa normal era “ideológico”, como se somente os outros tivessem o “pênis ideológico”. Deve ser uma castração ideológica…digo, a primeira castração que é celebrada pelo castrado.

Você pode ter sua ideologia, mas não pode acusar os outros de serem ideológicos como se você fosse um eunuco (a não ser que você goste de ser um eunuco e…mesmo assim, está errado).