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Pergunta do dia


O que faria a “guerrilheira” Dilma Rousseff e seu grupo, se naquela época houvesse a Lei do desarmamento ?

Ela e seu grupo desistiriam da ‘guerrilha’
Ela e seu grupo lutariam mesmo desarmados
Dilma e seu grupo desrespeitariam a lei

X desistiriam de lutar por seus ‘ideais’
X lutariam mesmo desarmados
X desrespeitariam a Lei

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Depois da Vale…

…chegou a hora das telecomunicações. Pior que é simples o que pode acontecer de problemas para você, leitor. Imagine que o governo realmente faça o que alguns pterodoxos desejam. Assim, o que farão com as empresas? Didaticamente, o manual para o militante é o seguinte:

1. Force-as a ter prejuízo.

2. Diga para a sociedade que o mercado não funciona.

3. Estatize-as sem usar o verbo “estatizar”.

4. Demita quem for contra sua política e chame isso de “democratização do mercado”.

Tomara que não façam isso. Mas só saberemos no longo prazo e, se esperarmos de mãos (supostamente) atadas…

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As barreiras, a concorrência, e os empresários

Como sabemos, o Kindle não foi fruto de uma política fetichista do governo “estadunidense” (nem do “uniãodasrepúblicassocialistassovietiquense”) para baratear o PS2 da elite política do país. O Kindle é fruto de um espírito empreendedor (coisa que socialista não gosta porque não entende o que é, embora use Karl Marx como desculpa), em uma sociedade que incentiva as trocas voluntárias (ao contrário da nossa, que fecha os olhos para a violência, e passa a mão na cabeça dos criminosos) e que entende qual é o papel do governo no desenvolvimento da sociedade (ao contrário dos “nacional-inflacionistas”).

Posto isto, vejam o que a poderosa Amazon, empresa “transnacional-capitalista” (que certamente causaria a morte em Marte, segundo o que acreditam alguns (supostos) jornalistas argentinos que premiaram esta tese recentemente), acaba de fazer: criou uma nova maneira de lucrar com o Kindle gerando um bem público novo: o acesso às bibliotecas públicas sem custo de deslocamento.

Pois é isso aí. Sem política industrial, sem contabilidade criativa, sem ameaças ao “mercado terrorista”, sem chamar os colegas de governo de “imprudentes”, sem nada disso, é possível ter um país que cresce e no qual seus cidadãos lucram e ninguém tem vergonha de dizer que teve sucesso na vida. Poderíamos comentar os aspectos positivos (e não normativos) desta novidade da Amazon, mas vou deixar para os leitores a tarefa de pesquisar um pouco sobre o tema.

A Amazon deveria ser um estudo de caso em cursos de Organização Industrial.

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Controle social da mídia: versão grega

Não é “social” do governo, é como no Brasil, onde Roberto Carlos e Xuxa convencem certos juízes a proibirem críticas às suas histórias oficiais (segundo o que li no Pedro Sette, creio, outro dia, isto estava para mudar (infelizmente, não achei o link)) e, portanto, chamam isso de “social”. É, na verdade, o interesse de poucos (algo que já sabíamos, nós que estudamos um pouco de Escolha Pública ou Ciência Política séria).

“Gente que processa”, eis o lema  destes gregos que, no fundo, não são tolerantes, mas acusam os outros de não o serem.