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Livro novo, pensando na sala de aula

O meu amigo Sérgio me veio com uma sugestão de livro tão diferente que não teve jeito. Comprei. O Ari também adquiriu um exemplar. Tudo pensando em melhorar o entendimento dos alunos que, por sua vez, poderiam fazer um força para fazerem o que economistas sempre fazem: (a) trabalhar na margem e (b) suavizar variáveis como horas de estudo ao longo do tempo.

Com (a) e (b), 90% de um curso – fácil, ridículo, difícil, impossível – transforma-se em uma moleza.

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Equivalência Ricardiana para alunos que não suavizam o estudo ao longo dos meses e deixam a matéria acumular

Seja um aluno convexo, racional (bem, quase) e que deve fazer duas provas de 40 pontos no semestre. Suponha que o aluno não estuda como deveria e, portanto, não conseguirá mais de x pontos no total, sendo x < 80. Assim, enuncia-se a Equivalência Ricardiana do Aluno: “Os pontos ganhos (perdidos) na primeira prova serão perdidos (ganhos) na segunda prova”.

Obviamente, a Equivalência pode não valer. Por exemplo, quando o aluno não estuda nada, pode perder tudo e ficar com zero. Quando estuda muito, aí pode conseguir 80 pontos porque quebrou-se a hipótese de “SDE (Síndrome de Déficit de Estudo, também conhecida como SSF – Síndrome de Superávit de Frescura) suposta inicialmente.

Esta versão da Equivalência derrubou a teoria heterodoxa, no mundo, e hoje todos se converteram voluntariamente à economia não-heterodoxa, portanto, plural, já que não vive de uma paixão freudianamente explicável por um único autor. Há até casos de economistas que enlouqueceram ou passaram a colecionar bolas de gude, em um extremo caso de negação e, portanto, desapego da realidade (irônico, não?).

Outros acham que esta versão merecia o Nobel. Já alguns outros têm se espantado com a regularidade empírica de não rejeição desta proposição. Segundo o editorial da Revista de Chatonomia da ANPEQUI, “putz, esta proposição é massa”!

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Yayu Fish em BH

Nestes dias de Japão no noticiário aqui e acolá, eu tenho que reforçar o convite para todos os meus amigos, inimigos e colegas atleticanos (os eternos indefinidos, he he he). Convite, claro, para assistir um pouco da música folclórica japonesa apresentada de forma tradicional e também modernizada. Um dos convites mais simpáticos, irradiados a partir deste blog, é este. A página do evento no Facebook está aqui.

Se você quiser ouvir um pouco da maneira peculiar com a qual a dupla apresenta a música folclórica, confira este canal do YTube. Antes que eu me esqueça, já temos 99% da programação musical completa e, sim, teremos apresentação de música folclórica da forma tradicional, claro.

Se você estiver em Belo Horizonte no dia 23 de Abril, dê um pulo lá no Conservatório da UFMG. Eis o anúncio oficial: