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Manchete ambígua

Assim anuncia o Estadão: “Hillary pede para Kadafi acabar com violência na Líbia”.

Alguém duvida que Kadafi não faça isto se o deixarem livre, leve e solto? Uma coisa é pedir para acabar com a violência, outra, bem diferente, é dizer como fazer isto. Humor negro de quinta-feira para vocês…

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Peter Kennedy

Recentemente falecido, Peter Kennedy é autor do maior “quebra-galhos” para o praticante de econometria. Ao longo dos anos, o seu livro ganhou massa e ficou gigantesco. Não recebi ainda o meu (dados os frequentes erros de tradução que vejo por aí e o valor da taxa de câmbio, optei por comprá-lo em inglês).

Eu, claro, recomendo o livro. Outro dia, lendo um artigo dele com John Elder no Journal of Economic Education (todo professor de economia deveria ler este journal) sobre raízes unitárias, descobri um modo mais simples de ensinar o tema, dentre outras.

Gente assim, como Peter Kennedy, faz falta na academia.

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O Banco Central deveria modificar a pesquisa FOCUS?

Tudo que existe pode ser modificado, claro. Mas para pior ou para melhor. O ponto é que o BCB discute a possibilidade de incluir mais agentes (que fazem previsões) em sua pesquisa.

Será que é uma boa idéia?

Problema potencial: tal como o antigo Conselho Monetário Nacional (CMN), tal prática poderia gerar um comportamento indesejado por parte de alguns agentes econômicos que pretendem influenciar na política monetária. Ok, este é um ponto preliminar, mas o que será que os dois leitores (notem a sobreestimação) pensam sobre o assunto?

Eis o tema para discussão do dia.

p.s. Além disso, como o BCB não é legalmente independente, você confiaria nele? Pergunto porque o governo brasileiro, desde a administração Silva e, agora, na administração Rousseff, insiste em usar algo que, educadamente, é conhecido como “contabilidade criativa”.

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Controle social da mídia em alta

Quem eram mesmo os defensores do “controle social da mídia”? Eu não me lembro, mas o governo da Líbia, tradicional xodó (meio que pouco divulgado) da esquerda brasileira tem mostrado como levar tal controle às últimas consquências, conforme o desejo desta patota. Veja aqui e aqui.

Como é mesmo a história? “A vontade de uma minoria não pode se sobrepor à vontade do partidão”, ou algo assim.