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Escrevi um panfleto

Vamos falar sério, a religião, goste-se dela ou não, é uma característica marcante do brasileiro e ninguém acredita que campanha eleitoral é hora de “iluminar” as pessoas para o “perigo da religião”. Se um sujeito pode imprimir um panfleto repudiando a dívida externa ou pregando invasões de terras, por que alguém não pode pedir para que alguém não vote em um abortista?

Nem é questão de se discutir o aborto em si. A questão é o direito de pedir votos contra candidatos que são contra o que você pensa ser o correto. Os abortistas têm o mesmo direito de imprimir panfletos contra o pessoal pró-vida.

Agora, isto que aconteceu não tem o menor cabimento: é autoritarismo puro. Vários conhecidos simpatizantes do partido do presidente da Silva que eu conheço repudiaram o ato. Não todos, apenas alguns. Mas, para mim, mostra que nem tudo está perdido na esquerda. Ainda existe gente com neurônios.

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Wikileaks

O SB já perguntou isto, mas sou obrigado a repetir: por que o fundador do WikiLeaks só implica com o governo dos EUA? Aqui no Brasil, por exemplo, ele teria muito o que fazer para nos dizer mais sobre o mensalão, sobre Celso Daniel, sobre laranjas de movimentos de esquerda…

Sem falar nos governos norte-coreano, cubano, chinês, russo. O governo russo, aliás, é suspeito de envolvimento na morte de uns jornalistas que lhe incomodava…

Pois é, Wikileaks tem um objetivo de democratizar a informação e revelar o poder dos governos? Parece que sim. Mas se for o caso, por que seu fundador não consegue falar de outra coisa senão dos americanos?

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Mais um estudo com DEA

Eis aí um artigo pequeno e interessante, pela base de dados utilizada.

Some university students are more equal than others: Efficiency evidence from England
Ching-Fu Chen, Kwok Tong Soo


Abstract
This paper estimates the efficiency of students in English universities using Data Envelopment Analysis (DEA) and a
new dataset which is able to capture the behaviour of university students. Two output variables are specified: the
classification of a university degree, and student satisfaction. Three input variables are specified: teaching hours,
private study and entry qualifications. The results reveal that university students differ in terms of the efficiency with
which they use inputs in generating good degrees and satisfaction. Students in some post-92 universities may be more
efficient than students in some pre-92 universities.