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Engraçado…

As pessoas reclamam que a candidata é indagada sobre sua posição quanto ao aborto. Quando perguntaram a FHC sobre maconha, as mesmas pessoas acharam uma ótima idéia. Ou seja, estas pessoas são viesadas em suas opiniões políticas.

O engraçado mesmo é que há um documento, assinado pela candidata, defendendo o aborto, mas ela não consegue sustentar sua própria posição agora.

Parece com o teorema do eleitor mediano, realmente. Mas o irônico de tudo é pensar que se fosse um certo ex-governador de São Paulo, diriam que mentir sobre suas verdadeiras posições seria um motivo suficiente para não se votar no dito cujo. Entretanto, a ética-de-mentira da galera que “torce” pela candidata é suficientemente exótica para que a mesma postura de falsificar as próprias preferências perante os eleitores seja tida como sinônimo de virtude.

Ou seja, virtude mesmo tinha Adhemar de Barros, do “rouba, mas faz”, um personagem sempre citado por professores de (s)ociologia e (ciência) política como um exemplo que jamais deveria ser imitado. Podemos afirmar, sem qualquer sombra de dúvida, que Adhemar de Barros, no que tange à sua famosa frase, é o melhor exemplo da prática política brasileira, notoriamente a de esquerda, sem incluir os não-liberais da direita, claro.

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