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Polícia cria nova teoria sobre crimes

Para entender, duas perguntas:

1. Se você quisesse roubar documentos importantes de alguns políticos ou queimar arquivos de seu partido político, você: (a) assaltaria um banco; (b) forjaria um assalto à sede do partido político

2. Se você quisesse roubar dinheiro, você: (a) assaltaria um banco; (b) assaltaria a sede do tal partido político.

Claro que alguém pode dizer que partidos políticos têm cofres mais cheios que bancos privados, mas isso seria uma descortesia com os sindicalistas dos bancários, que sempre juram que seus sindicatos e políticos amigos são pobres (precisam até de Bolsa-Família para seu sustento), enquanto bancos são poderosíssimos e cheios da grana.

Bem, agora você escolhe.

É incrível como, em épocas de eleição, as sedes de partidos se transformam, subitamente, em depósitos de dinheiro. Há até militante que teme pelo aumento da oferta de moeda, embora seus aliados supostamente conhecedores de economia afirmem que a moeda não causa inflação…

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Dos tempos em que a Receita não violava sigilos…

Além da antiga democracia – que até sob a administração Collor existiu – em que os indivíduos eram respeitados (sempre com o governo tentando, a todo custo, desrespeitá-los), existe um outro problema com a Receita ou melhor, com a autoridade fiscal: a incerteza que o governo cria para todos. Este sucinto, mas esclarecedor artigo diz muito sobre o problema.

Evidentemente, com tantos candidatos (e vices) exóticos como este e o Tiririca, ambos com uma noção bem pouco séria de democracia, não posso dizer que esteja otimista…