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A independência dos blogueiros pró-bolivarianismo no Brasil

Eis o exemplo. O problema todo agora é que eles não sabem o que fazer com o Chavez, que desmente tudo que os senhores do poder dizem. Quem estará mentindo?

Bem, não será a imprensa venezuelana que responderá a esta questão. Afinal, lá já se aplica o tão sonhado (pelos “intelectuais” de esquerda brasileiros) “controle social da mídia”. No caso, o “social” é sempre o governo dos amigos dos intelectuais…e blogueiros citados acima.

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Proposta de justiça social simples

A proposta é simples: cada (s)ociólogo (thanks, Gaspari, amigo dos (s)ociólogos) que falar sobre “direitos humanos ” de bandidos que assaltam, drogam e violentam pessoas nas ruas terá que comer uma marmita destas.

O objetivo da proposta é diminuir a “alienação” dos (s)ociólogos quanto ao seu objeto de estudo. Só terá direito a contestar o (s)ociólogo que seguir a metodologia científica (= Popper e afins). O resto, claro, acredita que pós-modernismo, verborragia e filme francês são mais úteis ao nosso entedimento da realidade e, portanto, necessitam se submeter a este teste.

Com esta proposta, os (s)ociólogos serão, no futuro, mais úteis para a solução de problemas…sociais.

CQD

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Brasil

O que é o Brasil?

1. É um país no qual se paga mal por tradução, por revisão de tradução, mas também se pede ajuda do governo para ajudar no “mercado editorial fraquinho”.

2. É um país no qual a polícia não consegue garantir a segurança dos cidadãos e os governantes adorariam censurar a violência nos jornais para ocultar sua incompetência na segurança pública.

3. É um país no qual quem mais corre o risco de perder as liberdades individuais se limita a protestos infantilóides (uma frase no twitter), enquanto gente que trabalhou no mensalão do governo da Silva age com muito mais desenvoltura para garantir não apenas seu sucesso na pilhagem como também no silêncio dos opositores.

4. É um país no qual o povo acha sem importância uma pichação de um monumento ou de um muro de uma casa, enquanto, ao mesmo tempo, reclama da corrupção e da falta de respeito às leis.

5. É um país no qual o livre mercado nunca existiu, em contraste com o capitalismo de quermesse, brejeiro, pobre, que mais se parece com uma caricatura frankensteiniana de um capitalismo com socialismo e, claro, com uma caricatura de moral religiosa que se auto-denomina cristã mas é bem menos do que isso.

6. É um país no qual violência não assusta o jornalista por dois motivos: o volume é imenso e a polícia não dá conta e, também, porque o jornalista raramente possui a formação científica adequada para analisar os fatos (embora saiba falar muito sobre “injustiças sociais”, “exploração”, etc).

7. É um país no qual o capital humano é escasso e sua qualidade é discutível, embora não exista quase ninguém para realizar esta discussão com capacidade intelectual isenta e/ou poder de gerar mudanças para melhor com esta importante variável.

Podemos continuar depois.

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Já posso imaginar as consequências…

A notícia nos diz que os governos árabes diminuíram as remessas legais de ajuda aos palestinos. Se isso significa um aumento da ajuda a grupos anti-palestinos – como os terroristas palestinos – ou não, é outra história.

Mas eis uma boa chance para os membros do Foro de São Paulo, que são tão radicais que, inclusive, só apóiam um dos candidatos esquerdistas à presidência do Brasil, digo, uma. Chance de incentivarem os ricos cidadãos latino-americanos – que vivem um um país que “todo mundo respeita” segundo a propaganda oficial – enviarem doações aos países árabes.

Engraçado mesmo é que não se vê aqueles textos indignados de brasileiros – que nunca moraram na Palestina – reclamando desta diminuição de “solidariedade (= $$)” dos governos árabes (outrora aliados porque são “anti-Israel”, né?) com…os próprios árabes. Nossa esquerda é muito lenta quando chamada a agir e muito rápida quando é para soltar o gogó…

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O que eu disse e o que publicaram

Repórteres são ótimos para ouvir, mas nem sempre são bons para anotar. Veja só o que eu disse:

“A deflação atual pode ser consequência da política de juros do Banco Central – que atinge a inflação com defasagens – e, como você me diz que, no caso de BH, há uma queda nos preços de alimentos in natura, pode ser um movimento sazonal, ou seja, se os dados não estão dessazonalizados (e eu não chequei isto), esta queda do preço pode desaparecer posteriormente. Ou seja, há dois fatores importantes aí”.

Agora, o que publicaram:

“A política monetária brasileira dos últimos meses trouxe reflexos na queda da inflação divulgada nesta terça-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A afirmação é de Cláudio Shikida, coordenador no núcleo de estudos de política monetária do Ibmec. “Quando o Banco Central aumenta os juros, o efeito de transmissão aos preços para o consumidor final costuma ser imediato. Acredito que essa desaceleração não deve se repetir nas próximas semanas. Ela pode ser momentânea”, revela.”

“… Cláudio Shikida, confirma que a queda dos alimentos in natura se deve à sazonalidade e que os preços já poderão apresentar significativos aumentos nas próximas semanas.”

Tudo bem, exceto que eu disse exatamente o oposto sobre a transmissão dos juros para os preços.