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Israel e Chile na OCDE

Não é com bravatas e afagos a ditadores que se entra na OCDE. É apenas com eficiência econômica e gestão pública séria.

Políticos imbecis existem no Chile, no Brasil, em Israel, etc. Mas instituições sólidas não são erguidas com o amadorismo do improviso e com o populismo das bravatas.

Aprendam algo, colegas de república das bananas. Menos terrorismo de twitter, mais trabalho. Menos blábláblá e mais eficiência. Vamos, você não é brasileiro e, portanto, não desiste nunca? Então, olhe para Israel, Chile e aprenda a fazer direito. Certamente o estudo destes países nos dão dicas sobre como não continuar “brasileirando” sempre.

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Efeito Riqueza

Ou melhor, o efeito da riqueza. Eis aqui um bom resumo sobre um relatório (que também não é extenso) sobre as diferentes visões regionais sobre a riqueza.

Hoje em dia, com a facilidade de se fazer pesquisas globais a um baixo custo, pode-se descobrir fatos pitorescos (e também confirmar – ou não – certas intuições) acerca das preferências das pessoas.

Por exemplo, eu quero maximizar minha utilidade, o que geralmente é mais interessante se tenho um conjunto orçamentário maior. Agora, o que é a função de utilidade? O que as pessoas querem?

É mesmo uma pergunta antiga: se você sabe o que elas querem, você pode desenhar os incentivos certos para vender-lhes produtos. Acho que foi em Mises que eu li, certa vez, como as críticas ao “consumismo” (sempre definido como o que os outros querem consumir, não eu) são todas cruéis com a redução da pobreza e da desigualdade. Afinal, é fácil falar que os outros consomem produtos de má qualidade, enquanto eu posso consumir os de boa qualidade. Ponha-se no lugar do coitado que é pobre: um produto de má qualidade ainda é melhor do que nenhum produto.

Bem, a discussão poderia prosseguir com algumas palavras sobre o tal “mercado de limões”, mas vamos deixar esta para a próxima vez.

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Dilema do Professor (inside joke)

Suponha que, em certa faculdade privada de Belo Horizonte, exista um aluno que atende pelo bizarro nome de “cebola”.

Para entender o modelo, considere que vários alunos e professores “desfrutam” de imensas perdas de bem-estar por conta do “cebola” que, paradoxalmente, só come bananas (além de carregar um garrafão de quase dois litros de água para onde quer que vá).

Apesar da total falta de senso do dito cujo, “cebola” alcançou a fase da monografia. Agora pretende se formar e eis que temos o chamado “dilema do professor”, descoberto ontem por algumas alunas (que também estão para se formar). Ei-lo:

Se “cebola” se forma, entra no mercado de trabalho e arruina a reputação da faculdade e, portanto, dos colegas.

Se “cebola” não se forma, não entra no mercado de trabalho mas, por outro lado, destrói qualquer chance de alegria e felicidade entre os professores e alunos da faculdade.

O dilema é, na verdade, resolvido se compararmos o nível de bem-estar em ambas as situações.

A decisão difícil do professor é, sem dúvida, a de comparar o bem-estar final em cada situação.

Agradeço às duas alunas citadas por me fazerem pensar neste sério problema social.