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Se fosse no Brasil…

…apareceria aquele bando de infiltrados (bem pagos) para dizer que não se pode falar mal do presidente (isso se algum amigo dele não tentasse censurar um jornal). Já nas democracias desenvolvidas, fazer troça de gente que não cumpre promessa é parte dos direitos dos cidadãos e você esta bobagem que é o brasileiro chapa-branca defender a honra de quem ganha a vida roubando seu povo.

p.s. genial a idéia do comerciante…

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Desenvolvimento

Meu aluno Flávio achou, finalmente, uma empresa brasileira que produz suportes para livros.

Veja bem, já me queixei disto aqui há muito tempo: tecnologia e desenvolvimento não significam apenas submarinos nucleares (como os pterodoxos desenvolvimentistas amam afirmar), ou carros de última geração.

Sem capital humano, teremos que importar indianos para operar as máquinas. Qualquer empresário esperto sabe disto.

Entretanto, como é que se pode dizer que o brasileiro valoriza a educação se uma coisa tão trivial e útil para um estudante como um suporte de livros para leitura seja, ainda, uma novidade?

Simples: somos subdesenvolvidos e não gostamos de educação tanto quanto falamos. Espalhamos pelo mundo a lenda de que estudamos muito, mas a verdade é que a outrora oposição escolheu gastar em novas universidades federais e reafirmarr que faltam recursos para a educação básica. Também não se preocuparam em dar um passo importante: checar a qualidade do ensino.

Claro, tudo leva tempo, mas quando é para mudar a CPMF, o governo tentou até criar uma medida provisória sem-vergonha, com a mesma escondida lá no texto. E isso na época dos “não-desenvolvimentistas” da primeira administração da Silva. Da mesma forma, o “ficha limpa”, segundo o líder do governo no Congresso, precisa de muito estudo ainda.

É isso aí. O brasileiro quer melhorar de vida, mas nem parou para pensar em como aumentar sua produtividade com idéias simples.

Oh, claro, há exceções, mas, como o nome diz, o geral é a mediocridade mesmo. Infelizmente.