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O que Pigou achava de impostos pigouvianos?

As strange as it may seem, Pigou did not believe that government could improve human well being by fine-tuning behavior with taxes, subsidies, and regulation. His concern was grounded in what we today call Public Choice. He did not accept the notion that politicians, given constitutional constraints, would be capable of implementing an efficient and effective set of taxes and subsidies. Put simply, he did not believe the politicians could get the calculations right. Instead ofmaking things better, the chances were just as good that things would be made worse. Instead of keeping faith with implementing a welldesigned tax, the politicians’ interest would be deflected to writing loopholes for favored interest groups and finding ways to generate evermore revenue.

In 1932, after describing the theoretically ideal outcome that could be achieved by his much-discussed mechanisms, Pigou confronted the politics of the problem and wrote:

“[W]e cannot expect that any public authority will attain, or will even wholeheartedly seek, that ideal. Such authorities are liable alike to ignorance, to sectional pressure and to personal corruption by private interest. A loud-voice part of their constituents, if organized for votes, may easily outweigh the whole.”

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Mais debates

O pessoal “progressista” tem fugido dos debates. Nem assistiram o Fórum da Liberdade (cujo melhor resumo foi o do pessoal do IMB – que nem sempre gosta deste blogueiro) e não conseguem parar de reclamar da “grande imprensa” por conta de suas “eleições 2010”.

Claro que gostariam de uma ajuda externa, mas o escândalo da mala venezuelano-argentina voltou à tona, deixando-os calados. Isto sem falar do presidente deposto legalmente (embora com atuação das forças armadas) lá de Honduras que, com a mesma interferência imperialista cubano-venezuelana, tentou mudar o regime político de seu país de maneira ilegal.

Com tanta derrapada, é natural que eles apenas entrem nos blogs e façam aqueles comentários em letras garrafais, português sofrível como crianças mimadas em dia de estudo de matemática para a prova.

Enquanto a birra continua, outros pensam e exercem seu poder crítico e de argumentação (= inteligência) em debates sérios como este, obviamente, longe da selva.

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O Brasil não tem um candidato verdadeiramente comprometido com as minorias

Por que? Porque nenhum é favorável à maior liberdade econômica.

Clique na imagem acima para descobrir mais sobre a falta que a liberdade econômica significa para o bem-estar social (sim, este mesmo, que o pessoal insiste em dizer que nada tem a ver com o bom funcionamento dos mercados, como se a gravidade nada tivesse a ver com o fato de você não estar flutuando neste exato momento…).

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Mais uma prova de que radicais ambientalistas são desequilibrados

Radicais islâmicos, radicais católicos, radicais botafoguenses…todos partilham da mesma característica: encaram as coisas do mundo como 100% decididas pela fé, não pela ciência. Vimos, recentemente, cientistas supostamente sérios terem suas reputações destruídas  no escândalo que varreu o meio, com aquele “vazamento” de mensagens no Reino Unido. Alguém se lembra? Pois é. Neste curto texto, citado pelo PRA, Paul Rubin faz uma analogia perfeita entre ambientalismo e religião.

Antes de se preocupar com o meio ambiente, preocupe-se com sua seriedade científica sobre o tema. Pode ser mais proveitoso para o meio ambiente e para a vida na Terra.

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Pedofilia: uma realidade no mundo dos radicais islâmicos

Dá até medo de ler até o final, mas, sim, é verdade. Não temos apenas padres pedófilos, mas o que se percebe é que aqueles que simpatizam com Bin Laden bem poderiam fazer o teste da rebeldia supremo: entregar seu filho para um destes senhores da guerra afegãos. E aí? Você que vibrou com a queda das torres gêmeas seria “homem” o suficiente para entregar seu filho para um radical islâmico? Heim?