4 comentários em “Doutorado, clubes de amigos e capital humano

  1. Shikida, discordo do seu texto.

    O Alexandre não disse o que você supostamente estaria tentando esclarecer. Pelo menos no meu ponto de vista.

    Ao meu ver, o que ele disse é que o MEC, ao exigir titulação, fazer toda a regulamentação de mestres e doutores, exigir que as federais tenham x% de doutores ou mestres para ter a nota x na avaliação, entre outras várias regulamentações, gera uma academia esclerosada que cumpre meras formalidades e produz pouca coisa irrelevante.

    Para ser mestre ou doutor no Brasil não é preciso inteligência, mas paciência…

  2. Concordo plenamente com o Alexandre Barros.
    E nossa academia não incentiva o debate e a inovação. Muitas idéias interessantes morrem por falta de interlocução. Não temos ambiente para lidar com o novo.
    É como se tivéssemos fadados a apenas replicar o que é feito no exterior.

  3. Eu fico todo dia pensando para que toda essa bobagem… vou ser honesto, minhas expectativas com relação a academia brasileira eram outras. Me decepcionei muito.

    Só faço doutorado porque hoje se você quiser ser acadêmico tem que ter o bendito papelinho. Mas se não fosse por isso, não teria perdido meu tempo com o título e estaria só pesquisando, escrevendo sobre o que gosto e dando aula. Podem achar que exagero, ou que é prepotência, mas, ao menos para mim, pode ter certeza que esses 4 anos teriam sido bem mais produtivos.

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